Principais informações sobre o diclofenaco
O diclofenaco é um anti-inflamatório não esteroide (AINE) utilizado principalmente para aliviar dor e inflamação.
Diclofenaco sódico e potássico possuem o mesmo princípio ativo. As diferenças estão principalmente na formulação, velocidade de absorção e forma de liberação do medicamento.
O diclofenaco dietilamônio é encontrado principalmente em géis e cremes para aplicação na pele.
Voltaren é uma das marcas comerciais mais conhecidas de diclofenaco. O princípio ativo e a formulação variam conforme a apresentação do produto.
Nas apresentações orais para adultos, doses totais de 75 a 150 mg por dia são comuns, mas a dose e o intervalo dependem da formulação e da indicação.
O uso de doses elevadas ou por períodos prolongados aumenta os riscos de úlcera e sangramento gastrointestinal, lesão renal e complicações cardiovasculares.
O ideal é utilizar a menor dose eficaz pelo menor período necessário.
O que é o medicamento diclofenaco?
O diclofenaco (ou diclofenac) pertence ao grupo de medicamentos chamado anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), que possuem propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e antipiréticas.
Este medicamento é indicado principalmente para aliviar dores e inflamações, como nas artrites, dores musculares e articulares, traumas, cólica menstrual, inflamações odontológicas e dor após cirurgias.
Existem diversas apresentações do diclofenaco, incluindo comprimidos, cápsulas, gotas, supositórios, solução injetável, colírios e géis ou cremes para aplicação na pele.
Se você deseja mais informações sobre todos os fármacos da classe dos anti-inflamatórios não esteroides, leia: Anti-inflamatório – Ação e Efeitos Colaterais.
Diclofenaco sódico, potássico e dietilamônio: qual é a diferença?
O diclofenaco é o princípio ativo responsável pelos efeitos analgésico e anti-inflamatório. Ele pode ser apresentado associado a diferentes sais ou compostos, como sódio, potássio e dietilamônio.
Por isso, não faz sentido dizer que o diclofenaco sódico é mais forte ou mais fraco que o diclofenaco potássico. Depois de absorvidos, ambos fornecem diclofenaco ao organismo.
A principal diferença está na forma como cada medicamento é preparado e absorvido. Algumas apresentações agem mais rapidamente, enquanto outras liberam o medicamento de forma mais lenta e prolongada.
Por esse motivo, dois produtos com a mesma quantidade de diclofenaco em miligramas não devem ser considerados automaticamente equivalentes. É preciso levar em conta também a formulação e se o medicamento é de liberação imediata, retardada ou prolongada.
O diclofenaco dietilamônio é diferente nesse aspecto porque é utilizado principalmente em apresentações para aplicação na pele, como géis e cremes.
Diclofenaco sódico
O diclofenaco sódico é encontrado em várias apresentações, incluindo comprimidos de liberação retardada ou prolongada, supositórios e solução injetável.
Algumas formulações liberam o medicamento mais lentamente e são utilizadas quando se deseja um efeito mais prolongado.
Diclofenaco potássico
O diclofenaco potássico é frequentemente encontrado em formulações orais de liberação mais rápida. Em algumas apresentações, sua absorção é um pouco mais rápida que a do diclofenaco sódico, motivo pelo qual costuma ser utilizado em situações de dor aguda.
Isso não significa que seja mais potente. Após a absorção, o princípio ativo que exerce o efeito é o mesmo diclofenaco.
Diclofenaco dietilamônio
O diclofenaco dietilamônio é utilizado principalmente nas apresentações tópicas, como gel ou creme, popularmente chamadas de “pomada de diclofenaco”.
É indicado para tratamento local de dores e inflamações musculares ou articulares, como as provocadas por contusões, entorses, distensões e algumas formas de dor musculoesquelética.
Como a absorção sistêmica pela pele é muito menor que a das formas orais ou injetáveis, o risco de efeitos adversos sistêmicos também é menor. Isso não significa, porém, que seja completamente isento de riscos, principalmente quando aplicado repetidamente em áreas extensas da pele.
Diclofenaco resinato
O diclofenaco resinato pode ser encontrado em apresentações líquidas, como gotas ou suspensão oral. Existem formulações com indicações específicas para adultos e outras que também podem ser utilizadas em determinadas situações pediátricas.
A dose depende da concentração do produto, idade, peso e indicação e, portanto, não deve ser extrapolada de uma apresentação para outra.
Diclofenaco colestiramina
O diclofenaco colestiramina é uma formulação na qual o diclofenaco está ligado à colestiramina, formando um complexo que modifica a sua liberação e absorção.
No Brasil, existem cápsulas contendo diclofenaco colestiramina equivalentes a 70 mg de diclofenaco.
O diclofenaco sódico é pior para quem tem hipertensão?
Não por causa do sódio presente no medicamento.
Um comprimido de 50 mg de diclofenaco sódico contém aproximadamente 3,6 mg de sódio. Mesmo três comprimidos por dia representam pouco mais de 10 mg de sódio, quantidade muito pequena quando comparada aos milhares de miligramas de sódio que podem ser consumidos diariamente através dos alimentos.
Só a título de exemplo, a Organização Mundial da Saúde recomenda que os adultos consumam menos de 2000 mg de sódio por dia. Portanto, mesmo tomando três comprimidos de diclofenaco sódico de 50 mg por dia, a quantidade de sódio fornecida pelo medicamento corresponde a aproximadamente 0,5% desse limite.
O problema para quem tem hipertensão é o diclofenaco propriamente dito, e não o sódio utilizado na formulação.
Assim como outros AINEs, o diclofenaco pode provocar retenção de sal e água, reduzir o efeito de alguns medicamentos anti-hipertensivos e aumentar a pressão arterial.
O diclofenaco potássico faz mal para quem precisa restringir o potássio?
A quantidade de potássio presente no diclofenaco potássico também é muito pequena.
Um comprimido de 50 mg contém aproximadamente 5,8 mg de potássio. Só como comparação, uma única banana contém, em média, cerca de 400 mg de potássio.
Portanto, o potássio presente no sal do medicamento não costuma ser o problema.
A questão é novamente o próprio diclofenaco, pois os AINEs podem reduzir a capacidade dos rins de eliminar potássio e favorecer hipercalemia (elevação dos níveis de potássio no sangue), principalmente em pacientes com doença renal crônica.
Nomes comerciais: Voltaren, Cataflam e outros
O diclofenaco é vendido como medicamento genérico e também sob diversos nomes comerciais. Entre as marcas mais conhecidas estão Voltaren e Cataflam.
Alguns exemplos de nomes comerciais disponíveis no Brasil são:
- Abiflan.
- Artren.
- Belfaren.
- Biofenac.
- Cataflam.
- Desinflex Retard.
- Dflam.
- Diclac SR.
- Fenaflan.
- Flamatrat.
- Infladex.
- Maxilerg.
- Neotaflan.
- Neotaren.
- Probenxil.
- Reutrite.
- Sifdiclop.
- Still.
- Voltaren.
As apresentações e o tipo de diclofenaco utilizado variam conforme a marca. Algumas são de uso oral, outras são tópicas, injetáveis ou oftálmicas.
Para que serve o diclofenaco?
O diclofenaco é indicado principalmente para o tratamento de curto prazo de dor associada a processos inflamatórios.
Entre as situações nas quais pode ser utilizado estão:
- Artrite reumatoide.
- Espondilite anquilosante.
- Osteoartrose.
- Dismenorreia (cólica menstrual).
- Crises de gota.
- Enxaqueca, em determinadas formulações.
- Cólica renal.
- Dores e inflamações de origem odontológica.
- Tendinites.
- Entorses, contusões e distensões.
- Lombalgia e outras dores musculares, articulares ou da coluna.
- Controle da dor em pós-operatório.
Em algumas infecções dolorosas de ouvido, nariz ou garganta, o diclofenaco pode eventualmente ser utilizado como tratamento adjuvante para dor e inflamação, mas ele não trata a infecção propriamente dita e não substitui antibióticos quando estes estão indicados.
O diclofenaco também tem ação antipirética, mas não costuma ser a primeira opção para tratar febre isolada, sem dor ou inflamação associadas. Isso porque, nessas situações, seu efeito anti-inflamatório não traz uma vantagem relevante e o medicamento expõe o paciente aos riscos típicos dos AINEs, como irritação e sangramento gastrointestinal, retenção de líquidos e lesão renal.
Quando o objetivo é apenas aliviar a febre, geralmente são preferidos medicamentos com perfil de segurança mais favorável para essa finalidade, como o paracetamol ou a dipirona.
Posologia: como tomar o diclofenaco?
A posologia do diclofenaco varia bastante conforme a formulação, via de administração e doença tratada.
Duas apresentações com a mesma quantidade em miligramas não devem ser automaticamente consideradas equivalentes.
As doses abaixo servem para explicar as posologias habitualmente utilizadas e não substituem a prescrição do medicamento.
Diclofenaco em comprimidos ou cápsulas
Existem comprimidos de 25 mg, 50 mg, 75 mg ou 100 mg.
Nas apresentações convencionais, a dose diária total recomendada para adultos em casos de dor e/ou inflamação costuma variar de 75 a 150 mg por dia, divididos em 2 ou 3 doses (12/12 horas ou 8/8 horas).
No caso dos comprimidos convencionais de 50 mg, uma prescrição comum é de 1 comprimido duas ou três vezes ao dia, correspondendo a intervalos de aproximadamente 12 ou 8 horas entre cada dose.
As apresentações de liberação retardada ou prolongada, geralmente de 75 ou 100 mg, podem ser tomadas menos vezes ao dia. Por exemplo, uma posologia habitual do diclofenaco de liberação prolongada de 100 mg é de 1 comprimido uma vez ao dia (ex.: Voltaren Retard 100 mg). Nas apresentações de 75 mg (ex.: Voltaren SR 75 mg), podem ser utilizados 1 comprimido 1 ou 2 vezes por dia, dependendo da intensidade dos sintomas e da formulação prescrita.
Comprimidos de liberação prolongada não devem ser partidos, abertos ou mastigados, porque isso interfere diretamente no mecanismo de liberação modificada.
Assim como ocorre com qualquer outro anti-inflamatório não esteroide, o uso do medicamento por mais de 1 semana sem orientação médica deve ser evitado.
Em algumas situações específicas, podem ser utilizadas doses mais elevadas. Na dismenorreia (cólica menstrual), por exemplo, algumas apresentações permitem doses de até 200 mg por dia. Essa não é, porém, a dose máxima habitual para outras indicações e não deve ser utilizada sem orientação médica.
Diclofenaco em supositório
Existem supositórios de 12,5 mg, 25 mg, 50 mg ou 75 mg.
Dependendo da apresentação, são utilizadas doses que completam aproximadamente 100 a 150 mg de diclofenaco por dia.
Também é preciso considerar qualquer diclofenaco que esteja sendo administrado simultaneamente por outra via para não ultrapassar inadvertidamente a dose diária prescrita.
Diclofenaco em gel ou pomada
As apresentações tópicas costumam conter diclofenaco dietilamônio.
O gel de 11,6 mg/g costuma ser aplicado sobre a região dolorida três a quatro vezes ao dia. Formulações mais concentradas, como 23,2 mg/g, podem ser utilizadas apenas duas vezes ao dia.
Em geral, 2 a 4 g por aplicação, aproximadamente uma quantidade do tamanho de uma cereja a uma noz, são suficientes para tratar uma área de cerca de 400 a 800 cm² — aproximadamente de 20 × 20 cm até 20 × 40 cm.
O gel deve ser utilizado somente sobre pele íntegra. Não deve ser aplicado sobre feridas, nem entrar em contato com olhos, boca ou outras mucosas. As mãos devem ser lavadas após a aplicação, exceto quando forem justamente a área tratada.
Colírio de diclofenaco
O diclofenaco também existe na forma de colírio, utilizado principalmente em determinadas situações inflamatórias oftalmológicas.
Colírio (1 mg/mL): instilar 1 gota no olho afetado, 4 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica.
A frequência de aplicação pode variar consoante a doença, o procedimento realizado e a formulação utilizada. Por esse motivo, o colírio deve ser utilizado conforme orientação do oftalmologista.
Diclofenaco injetável
Uma apresentação comum contém 75 mg de diclofenaco sódico em uma ampola de 3 mL.
Em adultos, a dose habitual é de 1 ampola de 75 mg por dia, administrada por via intramuscular profunda. Em situações excepcionais e mais graves, podem ser utilizadas duas ampolas no mesmo dia, separadas por algumas horas, sem ultrapassar a dose total de 150 mg por dia.
O diclofenaco injetável deve ser utilizado por no máximo 2 dias. A aplicação deve ser feita por um profissional de saúde.
Efeitos colaterais
Por ser um anti-inflamatório não esteroide, o diclofenaco compartilha muitos dos efeitos adversos típicos dessa classe de medicamentos.
Os efeitos mais comuns incluem:
- Dor ou desconforto abdominal.
- Azia e má digestão.
- Náuseas.
- Vômitos.
- Diarreia ou prisão de ventre.
- Flatulência.
- Dor de cabeça.
- Tontura.
- Retenção de líquidos e edema.
- Elevação da pressão arterial.
- Coceira ou erupções na pele.
Entre as complicações mais importantes do uso de diclofenaco estão:
- Úlcera do estômago ou duodeno.
- Hemorragia digestiva.
- Lesão renal aguda.
- Retenção de líquidos e piora da insuficiência cardíaca.
- Hipercalemia.
- Lesão hepática.
- Reações alérgicas graves.
- Infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.
O risco dessas complicações é maior em idosos, pacientes com doenças cardiovasculares, renais ou gastrointestinais e quando o diclofenaco é utilizado em doses elevadas ou por períodos prolongados.
Em pacientes jovens e saudáveis, que utilizam o medicamento por poucos dias e nas doses recomendadas, o risco de complicações é bem menor, embora não seja totalmente inexistente.
As apresentações em gel apresentam uma absorção sistêmica muito menor e, por isso, provocam menos efeitos adversos sistêmicos. Reações locais, como vermelhidão, coceira e dermatite, são mais comuns.
Precauções e contraindicações
O diclofenaco não deve ser utilizado por pacientes que já tenham apresentado reação alérgica importante, urticária, angioedema ou crise de asma desencadeada por diclofenaco, aspirina ou outro AINE.
O uso sistêmico também é contraindicado ou deve ser evitado, conforme a situação, em pacientes com:
- Úlcera péptica ativa ou hemorragia gastrointestinal.
- Insuficiência renal.
- Insuficiência hepática grave.
- Insuficiência cardíaca estabelecida.
- Doença isquêmica do coração.
- Doença arterial periférica.
- Doença cerebrovascular.
- Sangramento ativo.
- Alto risco de complicações cardiovasculares.
- Suspeita de dengue.
Pessoas com hipertensão arterial, doença renal, cirrose, história prévia de úlcera, gastrite, uso de anticoagulantes, idade avançada ou outros fatores de risco gastrointestinal ou cardiovascular necessitam de avaliação individual antes de utilizar diclofenaco.
Risco cardiovascular
O diclofenaco está associado a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos arteriais, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.
Esse risco é particularmente relevante quando o medicamento é utilizado em doses elevadas — especialmente em torno de 150 mg por dia — ou por períodos prolongados.
Por isso, pacientes com doença cardiovascular estabelecida ou risco cardiovascular elevado não devem utilizá-lo sem avaliação médica.
Risco renal
Assim como outros anti-inflamatórios não esteroides, o diclofenaco pode reduzir o fluxo de sangue para os rins e provocar lesão renal aguda, especialmente em pessoas com doença renal prévia, idosos ou pacientes desidratados.
O risco também aumenta quando o medicamento é usado junto com diuréticos, inibidores da ECA ou bloqueadores dos receptores da angiotensina II (ARA2). Por isso, pacientes com doença renal devem evitar o uso de diclofenaco sem orientação médica.
Leitura sugerida: Remédios que fazem mal aos rins (nefrotóxicos).
Diclofenaco antes de uma cirurgia
Se você utiliza diclofenaco e vai passar por uma cirurgia, informe ao cirurgião ou anestesista. Dependendo do tipo de procedimento e do risco de sangramento, pode ser necessário suspender o medicamento antes da operação.
Em cirurgias com risco elevado de sangramento, muitos médicos sugerem não tomar anti-inflamatórios nas 48 horas que antecedem o procedimento.
De qualquer forma, o momento da suspensão deve ser definido pela equipe médica, pois não é o mesmo para todos os tipos de cirurgia.
Gravidez
O uso de diclofenaco durante a gravidez requer atenção especial.
A partir de aproximadamente 20 semanas de gestação, os AINEs podem provocar disfunção renal fetal e redução do volume de líquido amniótico. Quando seu uso é realmente necessário nesse período, a recomendação é utilizar a menor dose possível pelo menor tempo possível.
No terceiro trimestre, o diclofenaco é contraindicado devido, entre outros riscos, à possibilidade de fechamento prematuro do canal arterial fetal e complicações durante o trabalho de parto.
Por isso, gestantes não devem utilizar diclofenaco por conta própria.
Aleitamento materno
Pequenas quantidades de diclofenaco podem passar para o leite materno.
Há alguma diferença entre recomendações regulatórias: bulas brasileiras de determinadas apresentações sistêmicas contraindicam seu uso durante a amamentação, enquanto referências internacionais de lactação consideram que a quantidade transferida é muito pequena e que o uso por curto período pode ser compatível com o aleitamento em situações selecionadas.
Portanto, uma mulher que esteja amamentando deve discutir com seu médico qual analgésico ou anti-inflamatório é mais apropriado antes de utilizar diclofenaco.
Interações medicamentosas
O diclofenaco pode interagir com vários medicamentos.
As associações que merecem maior atenção incluem:
- Outros anti-inflamatórios não esteroides, como ibuprofeno ou naproxeno.
- Aspirina em doses analgésicas.
- Anticoagulantes, como varfarina.
- Antiagregantes plaquetários.
- Corticoides.
- Antidepressivos das classes ISRS e IRSN.
- Diuréticos.
- Inibidores da ECA.
- Bloqueadores dos receptores de angiotensina II.
- Lítio.
- Metotrexato.
- Ciclosporina e tacrolimus.
- Digoxina.
A associação de um diurético + inibidor da ECA ou ARA2 + anti-inflamatório merece atenção especial, pois aumenta consideravelmente o risco de lesão renal aguda.
Quem já utiliza outro AINE não deve acrescentar diclofenaco para tentar aumentar o efeito analgésico. Em geral, a combinação não melhora proporcionalmente o controle da dor e aumenta o risco de efeitos adversos.
- Diclofenac (systemic): Drug information – UpToDate.
- Nonselective NSAIDs: Overview of adverse effects – UpToDate.
- Voltaren 25 mg, cápsulas moles (Diclofenac de potássio) Bula – Infarmed.
- Voltaren® SR Bula – Novartis.
- PRAC recommends the same cardiovascular precautions for diclofenac as for selective COX-2 inhibitors – European Medicines Agency.
Dúvidas de leitores sobre este tema
Perguntas enviadas por leitores e selecionadas pelo editor por sua relevância para este artigo.
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Eu procuro um diclofenac, em capsula verde e branco. Para mulheres que foram operadas a gravidez etopica!
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