Varfarina: o que é e interações com remédios e alimentos


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Revisado e atualizado em março 14, 2025
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O que é a varfarina?

A varfarina é um anticoagulante oral, ou seja, um fármaco que reduz a capacidade de coagulação do sangue. Sua ação é essencial no tratamento e prevenção de doenças tromboembólicas, como trombose venosa profunda (TVP), embolia pulmonar (EP), fibrilação atrial e para pacientes que passaram por cirurgia de substituição de válvulas cardíacas.

Nos últimos 60 anos, a varfarina tem sido um dos anticoagulantes mais utilizados na prática clínica, principalmente devido ao seu custo acessível e disponibilidade em forma de comprimidos.

No entanto, sua utilização exige monitorização rigorosa, pois apresenta uma margem terapêutica estreita. Quando administrada em doses excessivas, aumenta significativamente o risco de hemorragias; se insuficiente, o efeito anticoagulante torna-se ineficaz, favorecendo eventos trombóticos.

O controle da ação da varfarina é realizado por meio do exame de sangue denominado INR (International Normalized Ratio), que será abordado mais adiante.

O que é a coagulação sanguínea?

A coagulação sanguínea é um mecanismo essencial para a sobrevivência, sendo responsável pela formação de coágulos nos locais de lesão dos vasos sanguíneos. Sem esse sistema, qualquer pequeno trauma poderia resultar em hemorragias fatais.

O equilíbrio entre fatores de coagulação e de anticoagulação é crucial. Se o sangue coagular de maneira inadequada, pode ocorrer formação de trombos, aumentando o risco de eventos cardiovasculares graves, como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC). Por outro lado, se a capacidade de coagulação for muito reduzida, o risco de sangramentos espontâneos aumenta.

Para que serve a varfarina?

O processo de coagulação envolve uma cascata complexa de reações bioquímicas, com ativação de diversas enzimas e proteínas, incluindo os fatores de coagulação II, VII, IX e X, que são dependentes da vitamina K. Esta vitamina também participa da produção de proteínas anticoagulantes, como as proteínas C e S.

A varfarina atua inibindo a reciclagem da vitamina K no fígado, impedindo a formação desses fatores de coagulação. Como resultado, o sangue se torna menos propenso a formar coágulos. Essa propriedade é fundamental para o tratamento de diversas doenças tromboembólicas, como:

Prevenção e tratamento de trombose venosa profunda (TVP)

  • A trombose venosa profunda ocorre quando um coágulo sanguíneo (trombo) se forma em uma veia profunda, geralmente nas pernas.
  • A varfarina é usada tanto para tratar episódios agudos de TVP quanto para prevenir sua recorrência.
  • Para mais informações, leia: Trombose venosa profunda (TVP) – Trombose na perna.

Prevenção e tratamento da embolia pulmonar

  • A embolia pulmonar acontece quando um coágulo se desprende de uma veia e se aloja na circulação pulmonar, podendo causar falta de ar, dor torácica e até insuficiência respiratória.
  • A varfarina reduz o risco de novos eventos tromboembólicos pulmonares.
  • Para mais informações, leia: Embolia pulmonar: o que é, causas, sintomas e tratamento.

Fibrilação atrial com risco de tromboembolismo

  • Pacientes com fibrilação atrial (arritmia cardíaca caracterizada por batimentos irregulares) têm maior risco de formação de trombos no coração, que podem se deslocar e causar acidente vascular cerebral (AVC).
  • A varfarina reduz significativamente o risco de AVC em pacientes com fibrilação atrial não valvar ou associada à doença valvar.
  • Para mais informações, leia: Fibrilação atrial: o que é, causas, tratamento, risco de AVC.

Pacientes com próteses valvulares cardíacas mecânicas

  • Pacientes que passaram por cirurgia de troca de válvula cardíaca e receberam próteses mecânicas necessitam de anticoagulação contínua com varfarina para evitar a formação de coágulos na válvula protética.
  • O alvo de INR nesses pacientes costuma ser mais elevado (geralmente entre 2,5 e 3,5), dependendo do tipo de válvula e de outros fatores de risco.

Síndrome do anticorpo antifosfolipídeo (SAF)

  • A SAF é uma condição autoimune que aumenta o risco de trombose arterial e venosa, além de complicações na gestação, como abortos recorrentes.
  • A varfarina é o tratamento padrão para prevenir novos eventos trombóticos nesses pacientes.

Prevenção secundária de AVC e eventos tromboembólicos em determinadas condições cardíacas

  • Além da fibrilação atrial, a varfarina pode ser indicada para pacientes com histórico de AVC ou ataque isquêmico transitório (AIT) causado por embolia cardíaca.
  • Também pode ser usada em algumas cardiopatias estruturais que favorecem a formação de coágulos.

Outras indicações específicas

  • Alguns casos de trombofilia hereditária (distúrbios genéticos que aumentam o risco de trombose) podem exigir anticoagulação prolongada.
  • Pacientes com trombose venosa recorrente sem causa aparente podem precisar de anticoagulação de longa duração.

Nomes comerciais

A varfarina pode ser encontrada sob a forma genérica (varfarina sódica) ou através dos seguintes nomes comerciais:

  • Coumadin.
  • Marevan.
  • Marfarin.
  • Varfine (comercializado apenas em Portugal).
  • Warfarin.

A varfarina pode ser encontrada em comprimidos de 2,5 mg, 5,0 mg e 7,5 mg.

O que é o INR?

O INR (International Normalized Ratio) é um exame laboratorial utilizado para medir o grau de anticoagulação do sangue. Esse teste avalia o tempo que o sangue leva para coagular, padronizando os resultados independentemente do reagente utilizado pelo laboratório.

  • Pessoas saudáveis: INR de aproximadamente 1,0.
  • Pacientes anticoagulados com varfine: geralmente precisam manter o INR entre 2,0 e 3,5, dependendo da condição clínica.
  • INR acima de 4,0: indica anticoagulação excessiva e risco aumentado de sangramento.
  • INR acima de 10: situação crítica que requer intervenção médica urgente para reversão do efeito anticoagulante.

Devido à margem terapêutica estreita da varfarina, a monitorização regular do INR é essencial para evitar complicações.

Monitorização do INR

A frequência da reavaliação do INR em pacientes em uso de varfarina depende da fase do tratamento, da estabilidade dos valores obtidos e da presença de fatores que possam interferir na anticoagulação.

A recomendação geral segue as seguintes diretrizes:

Início do tratamento:

  • A dose inicial da varfarina costuma ser de 2,5 a 5,0 mg por dia.
  • O INR deve ser monitorado diariamente ou a cada 2 ou 3 dias até que o paciente alcance um valor terapêutico estável.
  • Normalmente, essa fase de ajuste dura de 5 a 7 dias.

Ajuste da dose:

  • Se ainda estiver ajustando a dose, o INR deve ser avaliado duas vezes por semana até que o paciente alcance um valor estável.

Estabilidade do INR:

  • Quando o paciente apresenta INR estável, a monitorização pode ser feita a cada 2 a 4 semanas.
  • Em alguns casos bem controlados, pode-se estender a avaliação para a cada 6 a 8 semanas, desde que o INR permaneça estável.

Situações especiais:

A frequência do exame deve ser aumentada em situações que possam impactar a anticoagulação, como:

  • Alteração na dieta, especialmente consumo de alimentos ricos em vitamina K.
  • Interação medicamentosa com novos fármacos, como antibióticos, anti-inflamatórios ou antifúngicos.
  • Doenças agudas (infecções, insuficiência hepática, insuficiência renal).
  • Mudanças na aderência ao tratamento.
  • Cirurgias ou procedimentos invasivos programados.

Caso ocorra uma alteração significativa do INR fora da faixa terapêutica, a dose deve ser ajustada e o controle deve ser mais frequente até que a estabilidade seja restabelecida.

Interação com medicamentos e alimentos

A varfarina apresenta uma margem terapêutica estreita e sofre interação com diversos medicamentos e alimentos, tornando seu controle um desafio constante. Essas interações podem ter dois efeitos principais:

  • Reduzir a ação da varfarina, favorecendo a formação de trombos e aumentando o risco de eventos tromboembólicos;
  • Potencializar o efeito anticoagulante, elevando o risco de hemorragias espontâneas e sangramentos graves.

Os alimentos mais relevantes nesse contexto são aqueles ricos em vitamina K, pois desempenham um papel essencial na coagulação sanguínea e podem diminuir a eficácia da varfarina. Já algumas substâncias naturais, como ervas medicinais e suplementos, podem amplificar ou reduzir sua ação, exigindo atenção redobrada.

A seguir, apresentamos as principais interações da varfarina com alimentos, fármacos e substâncias naturais. Vale ressaltar que o risco não está apenas no uso simultâneo dessas substâncias, mas também nas mudanças bruscas de dieta ou medicação. A introdução ou suspensão de qualquer substância pode causar oscilações no INR, levando a situações de risco.

Portanto, sempre que houver alterações na alimentação ou prescrição médica, o INR deve ser monitorado com mais frequência para evitar complicações. Caso necessário, a dose da varfarina deve ser ajustada para manter o INR dentro da faixa terapêutica ideal.

Fármacos que aumentam o efeito da varfarina

Fármacos que inibem o efeito da varfarina

  • Anticoncepcionais orais.
  • Azatioprina.
  • Carbamazepina.
  • Drogas que bloqueiam a produção de hormônios tireoidianos (ex.: propiltiouracila, metimazol e carbimazol).
  • Fenitoína.
  • Fenobarbital.
  • Griseofulvina.
  • Haloperidol.
  • Hidróxido de alumínio.
  • Rifampicina.
  • Sucralfato.
  • Vitamina K.

Alimentos que inibem a varfarina

  • Abacate.
  • Acelga.
  • Agrião.
  • Aipo.
  • Alface.
  • Ameixa seca.
  • Aspargos.
  • Atum em lata.
  • Azeite de oliva.
  • Beterraba.
  • Brócolis.
  • Cebolinha.
  • Chucrute.
  • Coleslaw.
  • Costeleta de porco.
  • Couve.
  • Couve-de-Bruxelas.
  • Couve-flor.
  • Couve-galega.
  • Endívia.
  • Ervilha.
  • Espinafre.
  • Feijão-verde.
  • Fígado.
  • Folhas de amaranto.
  • Grão-de-bico.
  • Quivi.
  • Lentilha.
  • Mamão.
  • Mostarda-castanha.
  • Nabo.
  • Quiabo.
  • Repolho.
  • Salsa.
  • Soja.

Alimentos com baixa concentração de vitamina K (interferem pouco ou nada com a varfarina)

  • Abacate.
  • Amendoim.
  • Arroz.
  • Batatas.
  • Cenoura.
  • Cereal.
  • Café.
  • Carnes, peixes e aves.
  • Ervilhas.
  • Feijão.
  • Frutas em geral.
  • Lacticínios.
  • Maçã vermelha.
  • Massas.
  • Milho.
  • Ovos.
  • Pão.
  • Pepinos (sem a casca).
  • Tomates.

Substâncias naturais que aumentam o efeito da varfarina

Substâncias naturais que inibem a varfarina

  • Chá-verde (camellia sinensis).
  • Danshen (Salvia miltiorrhiza).
  • Erva de São João (Hypericum perforatum).
  • Flor-de-cone (Echinacea purpurea).
  • Ginseng (panax ginseng).

Bebidas alcoólicas e varfarina

O consumo de bebidas alcoólicas pode interferir no efeito da varfarina de diferentes maneiras, podendo tanto potencializar quanto reduzir sua ação.

O consumo agudo de álcool em indivíduos que não bebem frequentemente pode levar a um aumento súbito do INR, elevando o risco de sangramentos. Isso ocorre porque o álcool inibe temporariamente o metabolismo hepático da varfarina, prolongando seu efeito anticoagulante.

Por outro lado, o consumo regular e crônico de álcool, especialmente em quantidades moderadas a elevadas, pode induzir a atividade das enzimas hepáticas responsáveis pela metabolização da varfarina. Como consequência, o efeito anticoagulante pode ser reduzido, tornando necessárias doses mais altas da varfarina para manter o INR dentro da faixa terapêutica.

Portanto, pacientes em uso de varfarina devem ser orientados a evitar o consumo excessivo de álcool e a monitorar regularmente o INR, ajustando a dose do anticoagulante conforme necessário para evitar riscos de trombose ou sangramento.

Sinais de sangramento pela varfarina

A principal complicação do uso da varfarina são as hemorragias devido à anticoagulação excessiva. As duas formas de hemorragia mais graves são os sangramentos gastrointestinais ou intracerebrais. Hemorragia excessiva pode ocorrer em qualquer área do corpo, principalmente após traumas.

O aparecimento de qualquer um dos sinais abaixo deve ser imediatamente avaliado por um médico, pois sugerem um estado de excessiva anticoagulação:

  • Sangramento espontâneo das gengivas.
  • Sangue na urina.
  • Fezes escuras ou sanguinolentas.
  • Hemorragia nasal.
  • Vômito sanguinolento.
  • Tosse com expectoração sanguinolenta.
  • Grandes manchas roxas na pele.
  • Alterações súbitas da visão.
  • Forte dor de cabeça ou uma dor de cabeça que é mais grave do que o habitual (pode sinalizar sangramento intracerebral).

Pacientes em uso de varfarina que sofrem quedas ou acidentes com traumas na cabeça também devem ser avaliados por um médico.

Contraindicações

A varfarina não deve ser prescrita a nenhum paciente com risco elevado de sangramento. Alguns exemplos:

  • Pacientes com pressão arterial descontrolada.
  • História de acidente vascular cerebral.
  • Úlceras estomacais, gastrite ou doença péptica.
  • Câncer.
  • Alcoolismo.
  • Doença hepática.
  • Pacientes idosos com elevado risco de quedas.

A varfarina é contraindicada durante a gravidez.

Precauções

Como o paciente anticoagulado tem maior risco de sangramento, qualquer procedimento médico invasivo deve ser realizado somente após a redução do INR, incluindo biópsias de órgãos, punção lombar e procedimentos cirúrgicos em geral.

Novos anticoagulantes

Recentemente surgiram no mercado novos anticoagulantes orais, que têm paulatinamente vindo a substituir a varfarina na maioria dos tratamentos. Entre os novos fármacos podemos destacar:

  • Dabigatrano (nome comercial: Pradaxa).
  • Rivaroxabano (nome comercial: Xarelto).
  • Apixabano (nome comercial: Eliquis).

Esses novos anticoagulantes apresentam menor risco de hemorragia, não precisam de monitorização pelo INR e não apresentam tantas interferências de outros fármacos e alimentos.


Referências



Dúvidas de leitores sobre este tema

Perguntas enviadas por leitores e selecionadas pelo editor por sua relevância para este artigo.

Mais comentários dos leitores

  1. Anderson

    A nitazoxanida diminui ou aumenta o RNI, pode provocar sangramento?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    A nitazoxanida pode aumentar o efeito anticoagulante da varfarina, ou seja, pode aumentar o INR.

  2. Juliana

    Novos anticoagulantes orais são indicados para portadores de válvula mecânica? Acho muito incomodo o fato de ter que controlar o INR em razão do uso da varfarina. Muita interação com alimentos e medicamentos…

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não, os novos anticoagulantes não são bons para evitar trombose ou AVC em pacientes com válvula mecânica. Varfarina ainda é o melhor anticoagulante nesse caso.

  3. Mércia chaves Alves Campos

    Cuido de um irmão q tem depressão e teve COVID ficando entubado por 2 x,enfim estava usando varfarina 5 mg a um ano,e diminuiu pra meio comprimido,agora não está mais tomando,mas usa mtos medicamentos psiquiatrico,nesses dias está com dificuldade ao andar, é possível porque está sem a varfarina?MT obrigada,bom dia

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Depende da causa dessa dificuldade para andar. A varfarina previne eventos trombóticos. Mas se o problema dele for articular, ósseo ou muscular, por exemplo, isso não tem relação com a suspensão da Varfarina.

  4. Ervino Siebel Neto

    Muito bem explicado, parabéns!

  5. JOSÉ CANDIDO OLIVEIRA SILVA

    Boa Noite: Tomo Marevan 5mg, metade alternado com 1/4. Faz 15 anos que tomo esta medicação. Logo que comecei a usá-la passei sentir muito desânimo. Jamais imaginei que fosse o Marevan. Anos depois, sempre achando que ia passar, passei suspeitar que fosse a tireóde. Comecei o tratamento mas já estou com mais de 6 meses usando a medicação, mas pouco ou nada alterou. Permanece o desanimo e falta de gás pra tudo. Sou portador de válvula mecânica mitral. Minha pergunta é a seguinte: O marevan pode provocar este desânimo? Em caso afirmativo qual medicação substituta poderei usar?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    José, desânimo não está descrito como um dos efeitos colaterais da Varfarina. Eu já acompanhei centenas de pacientes que usavam varfarina e nunca ouvi essa quixa de nenhum deles. Não me parece provável que essa seja a causa.

  6. Maria da Conceição

    Olá quem toma varfine pode tomar Brufen?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Brufen é um anti-inflamatório. O seu uso pode potencializar os efeitos do Varfine. Não é proibido, mas é preciso acompanhar o INR de perto, pois é possível que ele fique mais alto.

  7. CARLOS ALBUQUERQUE

    Fui submetido a uma cirurgia a uma estenose aórtica. Tenho uma válvula aórtica mecânica.
    Diariamente, tomo Varfin. Mensalmente, tenho que verificar o INR. Será que poderei mudar para outro substituto do Varfin, que não necessite de controlo sanguíneo (verificação do INR)?

    Atenciosamente

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Os novos anticoagulantes orais direitos, como apixabano, rivaroxabano e dabigratan, não estão indicados para pacientes com válvulas mecânicas.

  8. Ana Paula da Rosa Iguassu

    Meu inr deu 1,96 uso marevam isso é bom ?

    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Depende de qual é o alvo do INR. Se for entre 1,5 e 2,5 tá bom. Se for entre 2 e 3 está baixo. Não sei qual é a doença nem o alvo que o seu médico deseja.

  9. Daniel

    Olá, a vitamina K2 pode ser tomada com Marevan?

    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não, a vitamina K corta o efeito do Marevan.

  10. oscar fonseca

    Boa tarde sr.doutor,a minha mãe faz controlo de sangue,o INR está a 3,5 qual será o motivo de subir?quando ela andava controlada.

    Dr. Pedro Pinheiro - MD. Saúde Autor

    Geralmente é dieta ou medicamentos. Também pode ser que a dose ainda não tenha sido corretamente estabelecida.

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