Principais informações sobre o hipotireoidismo subclínico
Hipotireoidismo é o nome da doença provocada pelo funcionamento deficiente da glândula tireoide, responsável pela produção de hormônios que controlam o nosso metabolismo. Já o hipotireoidismo subclínico é uma forma branda, geralmente sem sintomas, mas já detectável por meio de exames laboratoriais.
O hipotireoidismo subclínico ocorre quando o TSH está elevado, mas o T4 livre ainda está normal. Isso significa que a tireoide precisa de maior estímulo da hipófise para manter uma produção adequada de hormônios.
Na maioria dos casos, o paciente não tem sintomas claros. Quando existem, costumam ser leves e inespecíficos, como cansaço, intolerância ao frio, constipação, pele seca, alterações de humor ou colesterol elevado. Esses sintomas, porém, também podem ter várias outras causas.
Nem todo hipotireoidismo subclínico precisa ser tratado. Em adultos não gestantes, o tratamento com levotiroxina costuma ser mais indicado quando o TSH está acima de 10 mUI/L, quando há sintomas compatíveis, bócio, anti-TPO positivo, colesterol elevado, alto risco cardiovascular ou desejo de engravidar.
Quando o TSH está apenas levemente elevado, entre cerca de 4,5 e 10 mUI/L, e o T4 livre é normal, muitos pacientes podem ser apenas acompanhados com novos exames, pois o TSH pode normalizar espontaneamente.
Na gravidez ou em mulheres tentando engravidar, a interpretação é diferente. Os valores de referência do TSH são mais baixos e a decisão de tratar depende do nível do TSH, da presença de anticorpos contra a tireoide e do contexto obstétrico.
Como TSH e T4 livre controlam o funcionamento da tireoide?
A tireoide é um órgão localizado na base do pescoço, cuja função é produzir os hormônios responsáveis por controlar a velocidade do nosso metabolismo. Os hormônios da tireoide são chamados triiodotironina (T3) e tiroxina (T4). Um aumento da concentração sanguínea desses hormônios acelera nosso metabolismo; já uma redução causa efeito contrário, lentificando-o.
Hipotireoidismo é a doença provocada pela falta de T3 e T4, enquanto o hipertireoidismo é a doença provocada pelo seu excesso.
O funcionamento da tireoide e, consequentemente, a produção de T3 e T4 são controlados por outro hormônio, chamado TSH, produzido na glândula hipófise do cérebro.
Portanto, de forma bem simplificada, quando o organismo precisa acelerar seu metabolismo, o cérebro aumenta a liberação de TSH, que por sua vez estimula a tireoide a produzir T3 e T4.
Por outro lado, se o corpo precisa desacelerar o metabolismo, a liberação de TSH cai e a tireoide passa a produzir menos T3 e T4.
A liberação de TSH é feita de forma bem controlada, de forma a manter a tireoide produzindo somente a quantidade de T3 e T4 necessárias, sem provocar excesso ou carência destes hormônios.

A compreensão deste mecanismo é essencial para se entender o que é o hipotireoidismo subclínico.
Se você achou essa explicação muito confusa e precisa de mais informações, sugiro a leitura do texto: TSH e T4 Livre | Exames da tireoide.
O que é hipotireoidismo subclínico?
No hipotireoidismo clássico, o paciente costuma ter níveis baixos de T3 e T4 e níveis elevados de TSH. Isso ocorre porque os pacientes possuem uma glândula tireoide doente, incapaz de produzir mais hormônios, mesmo que estimulada por níveis elevados de TSH. Por mais que a hipófise aumente a liberação de TSH, a tireoide mostra-se incapaz de responder a este hormônio.
Em boa parte dos pacientes, a doença é progressiva, sendo, com o passar do tempo, necessários níveis crescentes de TSH para que a tireoide se mantenha funcionando adequadamente.
A doença progride até o ponto no qual a glândula está tão doente que já não é mais capaz de produzir quantidades mínimas de hormônios, mesmo quando estimulada por níveis bem elevados de TSH. Quando isto ocorre, o paciente já não apresenta mais hipotireoidismo subclínico, mas sim hipotireoidismo franco.
O hipotireoidismo subclínico pode ser entendido como uma fase inicial ou discreta de disfunção da tireoide (como se fosse um “pré-hipotireoidismo”). Em alguns pacientes, ele progride para hipotireoidismo franco; em outros, permanece estável por anos ou até normaliza espontaneamente.
Na fase de hipotireoidismo subclínico, a tireoide está doente, mas ainda consegue produzir hormônios tireoidianos se estimulada por níveis elevados de TSH. Então, temos uma situação na qual o paciente apresenta níveis de TSH acima do normal, mas seus níveis de T4 e T3 ainda estão normais (na prática clínica, só precisamos dosar os níveis sanguíneos de T4 livre, como explicarei mais adiante).
Cerca de 5 a 10% da população é portadora de hipotireoidismo subclínico, boa parte dela desconhece tal situação.
O hipotireoidismo subclínico é mais comum em mulheres do que em homens. A incidência também é maior em brancos e em idosos. As causas são basicamente as mesmas do hipotireoidismo franco, sendo a tireoidite de Hashimoto a principal.
TSH alto e T4 livre normal: como é feito o diagnóstico?
O hipotireoidismo subclínico é um diagnóstico laboratorial, pois, dado que o paciente ainda consegue manter níveis normais de hormônios da tireoide (T3 e T4), ele não apresenta nenhum (ou quase nenhum) sintoma.
O diagnóstico de hipotireoidismo subclínico é feito quando o paciente apresenta TSH acima do valor de referência com T4 livre dentro da faixa normal.
Na prática, muitos casos têm TSH entre 4,5 e 10 mUI/L, mas o TSH também pode estar acima de 10 mUI/L e ainda assim o quadro continuar sendo subclínico, desde que o T4 livre esteja normal.
Quando o TSH está elevado e o T4 livre está baixo, o diagnóstico deixa de ser hipotireoidismo subclínico e passa a ser hipotireoidismo franco, também chamado de hipotireoidismo clínico.
Antes de fechar o diagnóstico, é recomendável repetir TSH e T4 livre, pois elevações discretas do TSH podem ser transitórias. Doença recente, variação laboratorial, uso de medicamentos, recuperação de uma tireoidite e outras situações podem alterar temporariamente os exames.
Hipotireoidismo subclínico causa sintomas?
O hipotireoidismo subclínico costuma não causar sintomas evidentes. Quando há sintomas, eles geralmente são leves e inespecíficos, como cansaço, desânimo, intolerância ao frio, constipação, pele seca, alteração do humor ou dificuldade para perder peso.
O problema é que esses sintomas são muito comuns na população geral e podem ocorrer por estresse, privação de sono, depressão, sedentarismo, anemia, deficiência de vitamina B12, menopausa, uso de medicamentos e várias outras condições.
Por isso, sintomas isolados não confirmam hipotireoidismo subclínico. O diagnóstico depende dos exames: TSH elevado com T4 livre normal.
Também vale o raciocínio inverso: quando o TSH já está controlado com tratamento, sintomas persistentes nem sempre são causados pela tireoide. Nessa situação, é importante investigar outras causas antes de aumentar a dose de levotiroxina.
Progressão do hipotireoidismo subclínico para hipotireoidismo franco
Uma grande parte dos pacientes com hipotireoidismo subclínico, eventualmente, irá desenvolver hipotireoidismo franco. Estudos mostram que, após 10 a 20 anos, até 55% dos pacientes com hipotireoidismo subclínico já terão evoluído para a forma completa da doença.
O risco de progressão está relacionado com a concentração inicial de TSH (pacientes com valores mais elevados de TSH, entre 12 e 15 mU/L possuem maior risco) e a presença de anticorpos contra a tireoide, como o anti-TPO (leia também: Anticorpos e Tireoide [Anti-TPO, TRAb e Anti-TGB]).
A doença de base também tem elevada influência no risco de evolução para hipotiroidismo clínico. Os pacientes com doença autoimune da tireoide, como tireoidite de Hashimoto, ou que tenham recebido radioiodoterapia ou radioterapia em altas doses, tendem a evoluir para hipotireoidismo.
A recuperação espontânea também tem sido descrita em pacientes com hipotireoidismo subclínico, embora a frequência real desse fenômeno ainda não esteja totalmente esclarecida.
Há pacientes com critérios para hipotireoidismo subclínico que, após alguns anos, apresentam normalização dos exames laboratoriais sem que nenhum tratamento tenha sido estabelecido. Em geral, são pacientes com TSH persistentemente menor que 10 mU/L e com pesquisa negativa para anticorpos contra a tireoide.
Como boa parte dos pacientes com hipotireoidismo subclínico é assintomática, muitos deles podem desenvolver o problema, não tomar conhecimento, e após alguns anos curar-se espontaneamente, ainda sem tomar ciência da situação. Estes casos, obviamente, não viram estatísticas, o que dificulta a determinação da real incidência da cura espontânea do hipotireoidismo subclínico.
Quais são os riscos do hipotireoidismo subclínico?
Apesar de não provocar sintomas e de, em alguns casos, desaparecer espontaneamente, o hipotireoidismo subclínico não parece ser um problema totalmente inócuo.
Há vários estudos que sugerem uma relação entre hipotireoidismo subclínico e um maior risco de doenças cardiovasculares, como angina e infartos, principalmente nos pacientes com TSH maior que 10 mU/L.
Pacientes com hipotireoidismo subclínico também costumam apresentar níveis de colesterol mais elevados que a população geral.
Além dos problemas cardiovasculares, os pacientes com hipotireoidismo subclínico, principalmente aqueles com TSH mais elevado, apresentam também maior risco de esteatose hepática.
Quando tratar hipotireoidismo subclínico com levotiroxina?
A maior dúvida que nos deparamos ao diagnosticar um hipotireoidismo subclínico é quanto à necessidade ou não de iniciar tratamento com levotiroxina, a forma sintética do hormônio T4 (leia: Levotiroxina (Puran T4) – Indicações e efeitos colaterais).
Nos pacientes assintomáticos, não gestantes, com TSH entre cerca de 4,5 e 10 mUI/L, o benefício da levotiroxina costuma ser pequeno ou incerto. Por isso, muitos casos podem ser apenas acompanhados com repetição periódica de TSH e T4 livre.
A decisão de tratar nessa faixa deve ser individualizada. Sintomas compatíveis, bócio, anti-TPO positivo, colesterol elevado, alto risco cardiovascular, desejo de engravidar ou aumento progressivo do TSH podem favorecer uma tentativa de tratamento.
Por outro lado, tratar sem indicação clara também pode causar problemas se a dose ficar excessiva, levando a TSH suprimido, palpitações, arritmias, piora de angina, perda de massa óssea e maior risco de osteoporose, especialmente em idosos.
O consenso atual, porém, recomenda somente a monitorização dos níveis de TSH a cada 6 a 12 meses neste grupo de pacientes, a não ser que o paciente tenha sintomas que possam ser facilmente atribuídos ao hipotireoidismo.
Em algumas situações, a decisão de não tratar não é tão simples. Isso inclui os pacientes com colesterol elevado, alto risco de doenças cardiovasculares ou com anticorpos positivos contra a tireoide.
Estudos recentes sugerem que o tratamento do hipotireoidismo subclínico em adultos com menos de 65 anos pode reduzir a mortalidade por eventos cardiovasculares. Esse efeito não foi observado em pacientes idosos. Por isso, um grupo grande de médicos atualmente considera que a levotiroxina já pode ser utilizada em adultos jovens com TSH acima de 7,0 mU/L.
Mulheres que querem engravidar e não conseguem também podem apresentar melhora da fertilidade se tratadas com levotiroxina.
Nos pacientes com hipotireoidismo subclínico e TSH acima de 10 mU/L a controvérsia é bem menor. A maioria das sociedades internacionais de endocrinologia recomenda o uso de levotiroxina para todos os pacientes nessa situação, pois o tratamento ajuda a prevenir a progressão para hipotireoidismo franco.
Em resumo, as situações em que o tratamento do hipotireoidismo subclínico é aceitável são:
- TSH acima de 10 mU/L*.
- Mulheres com dificuldades para engravidar.
- Altos títulos de anticorpos anti-TPO.
- Sintomas convincentes de hipotireoidismo (fadiga nova ou agravada, constipação, intolerância ao frio) ou aumento do bócio.
* Devido ao risco cardiovascular, cada vez mais endocrinologistas iniciam o tratamento do hipotireoidismo subclínico em pacientes com menos de 65 anos e com TSH maior que 7,0 mU/L.
A dose da levotiroxina deve ser sempre a menor possível capaz de manter o TSH entre os valores de 0,5 e 2,5 mU/L nos pacientes jovens e 3 a 5 mU/L nos pacientes idosos.
Hipotireoidismo subclínico na gravidez
Durante a gravidez, a fisiologia dos hormônios da tireoide altera-se completamente, fazendo com que os valores normais de TSH difiram neste grupo. O ideal é utilizar valores de referência específicos para cada trimestre e para a população atendida pelo laboratório.
Quando esses valores específicos não estão disponíveis, muitas diretrizes atuais aceitam usar como limite superior um TSH em torno de 4,0 mUI/L durante a gestação (diretrizes mais antigas falavam em limites de 2,5 mUI/L no primeiro trimestre e 3,0 mUI/L no segundo e terceiro trimestres).
O tratamento também não é igual para todas as gestantes com TSH levemente elevado. A decisão depende do valor do TSH, do T4 livre, da presença de anti-TPO, da idade gestacional, do histórico obstétrico e do risco individual.
Em geral, o tratamento com levotiroxina é indicado quando o TSH está acima de 10 mUI/L. Quando o TSH está entre 2,5 e 10 mUI/L, a indicação varia conforme o valor exato e a presença de anticorpos antitireoidianos. Se o anti-TPO for positivo, o limiar para tratar costuma ser mais baixo.
Mulheres que já usam levotiroxina e engravidam devem avisar o médico rapidamente, pois a necessidade de hormônio tireoidiano costuma aumentar durante a gestação, e o TSH precisa ser monitorado com maior frequência.
- Subclinical Hypothyroidism – JAMA.
- Guidelines for the Treatment of Hypothyroidism – American Thyroid Association.
- Subclinical Hypothyroidism: Deciding When to Treat – American Family Physician.
- Subclinical hypothyroidism in nonpregnant adults – UpToDate.
- Subclinical Hypothyroidism: An Update for Primary Care Physicians – Mayo Clinic proceedings.
Dúvidas de leitores sobre este tema
Perguntas enviadas por leitores e selecionadas pelo editor por sua relevância para este artigo.
Mais comentários dos leitores
Bom dia Dr. PedroPinheiro, meu nome é Marieta Estrela, tenho 70 anos, tiver cancer na tireoide e a retirei totalmente há 11 anos, desde lá, tomo Puran T4 100 mcg.
Alguns exames:
Em 02/26: T4 16,5 Tiroxina livre :2,59
Em 01/ 06/26 ; t4 livre: 1,42 /// TSH 26,50,
Em 19/06/26: TSH; 35,47.Não tenho ouras comorbidades, só a glicose em média 101, tomo Glixamby.
Me sinto feliz e hontada com suas explicaões.
Que Deus o abencoe!
Dr o meu tsh tá 0,02 oque será tá acontecendo, faz 11 anos que retirei tudo da tireoide, pois fui diagnosticada com cancer
Tenho 24 anos e fiz as seguintes análises T3 a 131 ng/dL, FT3 a 3,66 pg/mL, FT4 a 1,19 ng/dL, TSH a 5,703 mUI/L, TPO < 10,4 IU/mL e TG <1,3 IU/mL. Comecei a tomar levotiroxina para descartar o hipotireoidismo subclínico, pois já fui diagnosticada com ovários poliquísticos (não a síndrome). Simplesmente a médica de endocrinologia diz que vai se confirmar que tenho a SOP, mas a médica de genecologia diz que não tenho o quadro clínico para a síndrome. Acabo por estar confusa e sentir que nem sequer estão preocupados o suficiente com saber o carreto diagnóstico, parece que estão a generalizar.
TSH alto e T4 normal pode dar cansaço, queda de cabelo e dificuldade para emagrecer?
Tenho anti-TPO positivo, TSH 5,9 e T4 normal. Isso quer dizer que vou ter hipotireoidismo?
Meu TSH deu 6,8 e o T4 livre normal. Tenho hipotireoidismo subclínico? Preciso tomar Puran?
Tenho 16 anos e fiz os exames TSH e T4.
O TSH deu 19,941 uiU/mL e o T4 1,47 ng/dL. Então eu tenho hipotireoidismo subclinico? Fui a médica pq eu estava suando muito principalmente quando eu dormia, e ela solicitou esses exames. Sendo subclinico tem cura?
Triglicérides deu 167,0mg
Obrigado!
Dr. Pedro
Devo considerar hipotireoidismo subclínico para uma adolescente de 16 anos com TSH de 6,05 mU/L e T4L – Tiroxina Livre de 1,07 ng/dl?
Obrigado
Bom dia, tomo levotiroxina 50mcg e meu TSH está 3,30mU/L após 3 meses de tratamento. É preciso aumentar a dose? Os sintomas do hipotireoidismo continuam e parecem ter piorado, mas minha endocrinologista ignorou minhas reclamações dizendo que o TSH está normal.
Meu tsh 9.83 meu t4 livre 0.57, tenho q tomar remedio?
Meu exame de TSH deu 0,02 ..isso é bom ou preocupante?
Uso de antibióticos podem interferir no exame TSH?
Ola, fui diagnosticado com Hipotireodismo subclinico T4 normal e com TSH de 14,8 e meu colesterol de 352.
É possivel resolver o hipo com medicamento Levotiroxina e ser totalmente curado em algum tempo ou vou ter que tomar o medicamento sempre
Boa tarde Dr.Pedro ! Gostaria de saber se é aconselhado eu tomar Mineral de IODO da BIocell ( minha médica homepata quer me dar ) ela acha que minha tireoide não está boa.Fiz exames hoje e o resultado foi TSH 4,88 (niveis normais laboratorio até 4,30 )….T3(niveis normais 2,00 a 4,40 ) meus está 3,01…..T4(niveis normais 0,93 a 1,70) o meu está 1,13 . A 21 anos atras tive hipertireoidismo ! Tenho minha endócrina tb,mas ela só volta a tender em agosto e fiquei preocupada com o resultado e ainda mais na dúvida se esse mineral a base de IODO vai me ajudar ou não.! Eu li que o TSH pode alterar,com alguns medicamentos.Tomei uma semana de antibiotico para uma cistite.Já estou bem.mas como tomo só homeopatia e fitoterápicos meu metabolismo pode ter alterado? Bem,espero poder tomar esse mineral de Iodo,e ajudar a equilibrar meus hormonios da tireoide.Tenho 65 anos.Muito grata !
Excelente artigo, parabéns!
Eu acredito que tenha hipotireodisimo subclínico, meu TSH fica em torno de 8 e 9 mas meu T4 está 1,38. Eu tenho 30, e não sinto nenhum sintomas de hipotireoidismo. Porém, como dito no artigo, TSH alto pode aumentar o colesterol, o que está acontecendo comigo no momento, o meu agora total agora está 240, apesar de meu trigiclerídeos está 70 e o HDL 80. Meus Anti-TPO e Anti-TG deram negativos (sem doença autoimune).
Minha dúvida é se eu devo começar o tratamento?
Obrigado
Nos meus exames a tiróide está a 13,94 é bom ou mau?
Boa Tarde, suas explicações são excelentes. Parabéns. Por gentileza, meu TSH, está 2,69. Tenho hipotireoidismo. Tenho muito cansaço, depressão eColesterol alto. Muito obrigada
Parabéns pelas explicações. Minha filha de 9 anos está com TSH 6,5. A médica notou uma alta nesses valores nos últimos meses. Vou marcar endocrinologista, mas estou com medo de ser algo muito sério. O que o senhor acha?