Pediculose pubiana (chato): sintomas e tratamento


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Revisado e atualizado em junho 7, 2026
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Principais informações sobre a pediculose pubiana

A pediculose pubiana, conhecida popularmente como chato, é uma infestação causada pelo piolho Pthirus pubis. O parasita vive principalmente nos pelos da região genital, mas também pode aparecer nas axilas, peito, barba, sobrancelhas, cílios e pelos ao redor do ânus.

O principal sintoma é coceira na região pubiana, frequentemente mais intensa à noite. Também podem surgir ardência, pequenas feridas provocadas pelo ato de coçar, manchas azuladas ou arroxeadas na pele e lêndeas grudadas aos pelos. O diagnóstico é confirmado pela identificação dos piolhos ou dos ovos aderidos aos fios.

A transmissão ocorre principalmente durante o contato sexual ou íntimo, quando os pelos de duas pessoas entram em contato. A camisinha continua sendo essencial para prevenir outras infecções sexualmente transmissíveis, mas não impede completamente o chato porque não cobre a região pubiana. A transmissão por roupas íntimas, toalhas ou roupas de cama é possível, porém bem menos comum.

O tratamento costuma ser feito com loções ou cremes antiparasitários, principalmente permetrina a 1% ou piretrinas associadas ao butóxido de piperonila. Não é necessário raspar os pelos pubianos. As roupas, toalhas e roupas de cama utilizadas recentemente devem ser lavadas e secas em alta temperatura, e os parceiros sexuais recentes precisam ser avaliados e tratados.

A pessoa deve evitar relações sexuais até que ela e seus parceiros tenham concluído o tratamento e não haja mais piolhos vivos. Como o chato geralmente é transmitido durante o contato sexual, também é recomendada a avaliação para outras infecções sexualmente transmissíveis, como HIV, sífilis, clamídia e gonorreia.

O que é pediculose pubiana?

O piolho-do-púbis, cujo nome científico é Pthirus pubis, é um ectoparasita humano relacionado aos outros piolhos, mas não pertence à mesma família do piolho da cabeça. O Pthirus pubis pertence à família Pthiridae, enquanto os piolhos da cabeça e do corpo pertencem à família Pediculidae.

Existem três formas principais de pediculose humana:

  • Pediculus humanus capitis: piolho que vive no couro cabeludo.
  • Pediculus humanus humanus, também chamado de Pediculus humanus corporis: piolho do corpo, que vive e deposita seus ovos principalmente nas costuras das roupas, deslocando-se até a pele para se alimentar.
  • Pthirus pubis: piolho que vive preferencialmente nos pelos pubianos, conhecido popularmente como chato.

Neste texto, vamos nos ater apenas ao Pthirus pubis, o piolho-do-púbis. Se você está à procura de informações sobre o piolho da cabeça, leia: Piolhos e lêndeas.

O Phthirus pubis é um ectoparasita, ou seja, um parasita que vive do lado de fora do nosso organismo, ao contrário, por exemplo, dos vermes intestinais, que são endoparasitas, que vivem no interior do nosso corpo.

O Phthirus pubis é um piolho de mais ou menos 1 mm de diâmetro, com o formato parecido com um caranguejo, daí o seu outro apelido: piolho-caranguejo. Ele é translúcido, sendo muito difícil de ser identificado a olho nu, a não ser que tenha se alimentado recentemente, estando cheio de sangue, como na imagem abaixo.

Chato - Phthirus pubis
Phthirus pubis

Apesar de afetar preferencialmente a região púbica, o piolho-do-púbis pode estar presente em outras áreas com pelos no corpo, como axilas, barba, cílios e sobrancelhas.

O Pthirus pubis não costuma afetar áreas que não são cobertas por pelos.

O tempo de vida da fêmea deste piolho é de 4 semanas, período em que chega a pôr cerca de 30 ovos (lêndeas). Cada ovo demora em torno de 1 semana para eclodir e dar vida a novos piolhos.

Transmissão

A pediculose pubiana é considerada uma doença sexualmente transmissível (DST). Como a sua transmissão é feita através de contato direto entre pelos pubianos durante o ato sexual, o uso de camisinha não impede a transmissão, pois a mesma só recobre o pênis, deixando toda a região púbica exposta (leia: Camisinha – Eficácia e instruções de uso).

O chato pode ser transmitido de outras formas que não a via sexual, mas é bem menos comum. Casos de transmissão não sexual podem ocorrer entre pessoas que compartilham objetos contaminados, como toalhas, roupas pessoais e roupa de cama.

O Pthirus pubis não pula e não voa. Para haver transmissão, é preciso contato íntimo entre as regiões púbicas para que o piolho consiga passar de um pelo para outro. O piolho-da-púbis não infesta cães, gatos ou outros animais peludos, não sendo estes, portanto, focos de transmissão da doença.

Sintomas

Os sinais e sintomas do chato costumam surgir uma semana após o contágio. O principal é uma intensa coceira na região púbica. Sensação de queimação nesta região também é comum. Se o piolho estiver presente em outras áreas do corpo que possuem pelos, tais como a barba, pernas, axilas e peito, elas também podem apresentar comichão.

A coceira da pediculose púbica é mais intensa durante a noite e o ato de coçar freneticamente pode provocar feridas na pele. Alguns pacientes podem também apresentar linfonodos aumentados na região da virilha.

Pequenos pontos arroxeados ou manchas escuras de 0,5 a 1,0 cm podem surgir em pessoas com intensa e prolongada infestação. Elas ocorrem por reação da pele à saliva do pilho, que contém substâncias anticoagulantes. Alguns pacientes podem também ter linfonodos aumentados na região das virilhas.

A presença de Pthirus pubis nos cílios, sobrancelhas ou cabelos de uma criança exige avaliação pediátrica cuidadosa. A transmissão não sexual por contato corporal próximo, roupas, toalhas ou roupas de cama é possível, mas a possibilidade de exposição sexual ou abuso também precisa ser considerada e investigada de maneira apropriada.

Os familiares e outros contatos próximos devem ser examinados, mas não se deve presumir automaticamente que os pais sejam a fonte da infestação.

Nas infestações dos cílios costuma haver conjuntivite e crostas nas pontas desses pelos. Em alguns casos, também é possível ver os ovos do parasita grudados nos cílios.

Tratamento

Os esquemas de primeira escolha para o tratamento da pediculose pubiana são:

  • Permetrina a 1%, aplicada nas regiões acometidas e enxaguada após 10 minutos;
  • Piretrinas associadas ao butóxido de piperonila, aplicadas nas regiões acometidas e enxaguadas após 10 minutos.

Deve-se evitar contato dos medicamentos com mucosas, como a glande ou vagina. Assim como nos piolhos da cabeça, o piolho-do-púbis e suas lêndeas podem ser removidos manualmente com auxílio de um pente fino.

Esses produtos não devem ser aplicados nos olhos. A infestação dos cílios requer tratamento específico e avaliação médica.

A malationa a 0,5% e a ivermectina oral são alternativas para situações específicas, como falha ou intolerância aos tratamentos iniciais. Quando a ivermectina é escolhida, geralmente são necessárias duas doses, separadas por 7 a 14 dias, porque o medicamento tem atividade limitada contra os ovos.

Roupas, toalhas e roupas de cama utilizadas pela pessoa infestada nos dois ou três dias anteriores ao tratamento devem ser lavadas em água quente e secas em ciclo de alta temperatura. Peças que não possam ser lavadas podem ser levadas à limpeza a seco ou permanecer fechadas em um saco plástico por duas semanas. Não é necessário aplicar inseticidas ou realizar dedetização no ambiente.

Todos os parceiros sexuais do último mês devem ser avisados, examinados e tratados, mesmo que não apresentem coceira ou piolhos visíveis. As relações sexuais devem ser evitadas até que a pessoa e seus parceiros tenham sido tratados e não haja evidência de infestação persistente.

Como a pediculose pubiana geralmente é adquirida pelo contato sexual, recomenda-se também oferecer testes para outras infecções sexualmente transmissíveis, especialmente HIV, sífilis, clamídia e gonorreia.

É importante alertar o paciente que, após o tratamento e a eliminação do piolho-da-púbis, a coceira ainda pode persistir por até 1 semana.

Perguntas frequentes (FAQ)

Como diferenciar a coceira do chato de outras causas de prurido genital, como candidíase ou alergias?

A coceira causada pelo chato tende a ser localizada especificamente na área com pelos pubianos e costuma se intensificar à noite. Já a candidíase frequentemente cursa com prurido mais difuso, corrimento (nas mulheres) e vermelhidão nas mucosas. Alergias geralmente acometem áreas mais amplas e estão associadas a histórico de exposição a novos produtos, como sabonetes, cremes ou tecidos sintéticos.

A inspeção cuidadosa pode revelar lêndeas ou piolhos aderidos aos pelos no caso da pediculose.

É possível contrair pediculose pubiana em piscinas, saunas ou banheiros públicos?

A transmissão do Phthirus pubis por superfícies inanimadas é extremamente rara. O piolho não sobrevive muito tempo fora do corpo humano, e ambientes como piscinas ou saunas não são considerados vias significativas de contágio. A principal forma de transmissão continua sendo o contato direto com pelos contaminados.

Crianças podem ser contaminadas por chato? Isso sempre indica abuso sexual?

Embora seja possível que crianças adquiram pediculose pubiana por contato com roupas ou toalhas contaminadas, a presença do parasita, principalmente nos cílios ou sobrancelhas, deve sempre motivar uma investigação criteriosa. Quando há suspeita de contato sexual, deve-se seguir protocolos médicos e legais adequados, pois a presença do chato em crianças pode ser um sinal de abuso.

Quanto tempo o piolho-do-púbis sobrevive fora do corpo humano?

Fora do hospedeiro, o Phthirus pubis sobrevive apenas entre 24 a 48 horas. Por esse motivo, a transmissão por objetos contaminados é possível, mas rara. No entanto, roupas íntimas, toalhas e roupas de cama devem ser higienizadas com água quente e guardadas em local limpo após o tratamento.

É necessário depilar a região pubiana para tratar a infestação?

Embora não seja obrigatório, a remoção dos pelos pode facilitar o tratamento e a remoção manual dos ovos (lêndeas). A depilação não mata os piolhos por si só, mas pode ajudar a reduzir a população parasitária e melhorar a eficácia dos medicamentos tópicos.

É possível ter chato mais de uma vez?

Sim. A reinfestação pode ocorrer se a pessoa tiver novo contato com alguém contaminado ou com objetos pessoais contaminados, como roupas íntimas não lavadas corretamente. Por isso, é fundamental tratar os parceiros sexuais e adotar medidas de higiene ambiental.

O piolho do chato transmite outras doenças?

Até o momento, não há evidências de que o Phthirus pubis seja vetor de doenças sistêmicas, como ocorre com outros insetos (ex: piolhos do corpo podem transmitir tifo epidêmico). A principal complicação do chato é a coceira intensa e as infecções secundárias decorrentes do ato de coçar.

Como posso prevenir a pediculose pubiana (chato)?

A principal forma de prevenção da pediculose pubiana é evitar contato íntimo ou sexual com uma pessoa infestada até que ela tenha sido tratada. O chato pode ser transmitido mesmo quando há uso de camisinha, pois o preservativo não cobre os pelos e a pele da região pubiana.

Também é importante não compartilhar roupas íntimas, toalhas ou roupas de cama com uma pessoa infestada. A pediculose pubiana não é causada por falta de higiene e não pode ser excluída apenas porque a pessoa toma banho regularmente ou mantém boa higiene genital.


book Referências bibliográficas


Dúvidas de leitores sobre este tema

Perguntas enviadas por leitores e selecionadas pelo editor por sua relevância para este artigo.

Mais comentários dos leitores

  1. Bárbara Teixeira

    Doutor, meu namorado apareceu com chato, mas nós sempre usamos camisinha. É possível ele ter pegado mesmo assim? Esse diagnóstico significa necessariamente que houve traição ou também pode passar por toalha, roupa de cama ou banheiro?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro (CRM RJ 73009-2) Autor

    É possível adquirir chato mesmo usando camisinha, pois o preservativo não cobre os pelos e a pele da região pubiana. O piolho passa principalmente pelo contato íntimo entre as áreas com pelos.

    A transmissão por roupas, toalhas ou roupas de cama utilizadas recentemente por uma pessoa infestada também pode ocorrer, mas é bem menos comum. Banheiros públicos e assentos sanitários não são considerados vias habituais de transmissão, porque o piolho sobrevive pouco tempo fora do corpo e não consegue locomover-se bem em superfícies lisas.

    O diagnóstico isolado não permite determinar exatamente quando ocorreu o contágio nem comprova, por si só, uma traição. Mas é uma possibilidade. Independentemente da origem, os dois devem ser avaliados e tratados e precisam evitar relações sexuais até o fim do tratamento.

  2. Bento

    Usei permetrina há cinco dias e ainda sinto muita coceira, mas não consigo saber se os piolhos continuam vivos. Isso significa que o remédio não funcionou? Posso repetir a aplicação agora?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro (CRM RJ 73009-2) Autor

    A coceira pode persistir por alguns dias depois que os piolhos foram eliminados, porque a pele continua reagindo às picadas e pode estar irritada pelo ato de coçar. Portanto, coceira isolada não confirma falha do tratamento.

    Observe se ainda existem piolhos vivos se movimentando ou novas lêndeas muito próximas à pele. Lêndeas antigas podem continuar aderidas aos pelos mesmo depois de mortas. Quando são encontrados piolhos vivos, pode ser necessário repetir o tratamento conforme as instruções do produto ou usar outro medicamento, geralmente com orientação médica.

    Falhas também podem ocorrer por aplicação incompleta, resistência do parasita ou reinfestação por um parceiro que não foi tratado. Evite repetir várias aplicações em intervalos curtos por conta própria, pois isso pode irritar a pele.

  3. Beto

    Encontrei lêndeas nos pelos pubianos e pensei em raspar tudo antes de usar o remédio. Raspar os pelos acaba com o chato ou ainda preciso fazer o tratamento?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro (CRM RJ 73009-2) Autor

    Raspar ou aparar os pelos pode remover parte dos piolhos e das lêndeas, mas não substitui o tratamento antiparasitário. Alguns parasitas podem permanecer nos pelos remanescentes, próximos à pele ou em outras regiões, como axilas, peito, barba e área ao redor do ânus.

    Também não é obrigatório depilar a região para conseguir tratar a pediculose pubiana. O mais importante é aplicar corretamente o produto indicado em todas as áreas acometidas, retirar os piolhos e as lêndeas quando possível, higienizar roupas e roupas de cama e tratar os parceiros recentes.

    A depilação rente ainda pode causar pequenos cortes e irritação, especialmente quando a pele já está inflamada pelo ato de coçar.

  4. João

    Dr. A que tipo de médico devemos ir para tratar deste problema.

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro (CRM RJ 73009-2) Autor

    O dermatologista é o especialista mais diretamente relacionado ao diagnóstico e tratamento da pediculose pubiana. Um clínico geral, médico de família, infectologista, ginecologista ou urologista também pode diagnosticar e orientar o tratamento.

    Como o chato geralmente é transmitido pelo contato sexual, a consulta também é uma oportunidade para avaliar os parceiros recentes e realizar testes para outras infecções sexualmente transmissíveis.

  5. Hudson Duarte

    O piolho da cabeça pode migrar para a região pubiana ou ânus?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro (CRM RJ 73009-2) Autor

    Não é habitual que o piolho da cabeça migre para a região pubiana ou anal. O piolho da cabeça e o chato são parasitas diferentes, adaptados a tipos distintos de cabelo ou pelo.

    O Pthirus pubis, responsável pelo chato, pode acometer pelos pubianos, perianais, axilares, do peito, barba, sobrancelhas e cílios. Portanto, é possível haver piolho pubiano próximo ao ânus, mas não costuma ser o mesmo piolho que vive no couro cabeludo.

  6. Maria

    Sr.Doutor fiz relacões e agora o rapaz foi dignosticada “chatos” ele tem imensa comichão e tem tudo vermelho.
    O que se pode fazer? É grave? Explique-me tudo

    Agradeço resposta rápido

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro (CRM RJ 73009-2) Autor

    O chato não costuma ser uma doença grave, mas precisa ser tratado para aliviar a coceira, evitar feridas e impedir que passe novamente entre os parceiros.

    Como o rapaz recebeu o diagnóstico, você também deve ser examinada e tratada, mesmo que ainda não tenha coceira. Evitem relações sexuais até que ambos tenham feito o tratamento. Roupas íntimas, toalhas e roupas de cama usadas recentemente devem ser lavadas e secas em alta temperatura.

    A vermelhidão pode ser provocada pelas picadas, pelo ato de coçar ou por irritação da pele. Se houver dor intensa, pus, febre, inchaço importante ou feridas extensas, é necessário procurar atendimento médico. Também é aconselhável que os dois façam avaliação para outras infecções sexualmente transmissíveis.

  7. César

    Boa tarde Dr. Por quanto tempo o chato, sem tratamento correto pode durar ?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro (CRM RJ 73009-2) Autor

    Sem tratamento, a pediculose pubiana pode persistir por tempo indeterminado. A fêmea vive cerca de três a quatro semanas e põe novos ovos durante esse período. Como as lêndeas eclodem e dão origem a novos piolhos, vários ciclos podem se suceder durante semanas ou meses.

    O chato não costuma desaparecer simplesmente com banhos ou higiene comum. É necessário usar um tratamento apropriado, cuidar das roupas e da roupa de cama e tratar os parceiros sexuais recentes para evitar nova infestação.

  8. ALBERTO

    Ola Dr. Pedro Pinheiro, estou a um mês, com uns caroços na parte pubiana do penis, eles não coçam e ficam da mesma cor da pele, porem quando eu, mexo um pouco eles estouram sai um pouco de agua e começa a sair sangue e arde muito, estou preocupado, o que deve ser?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro (CRM RJ 73009-2) Autor

    Os caroços que você descreve não têm o aspecto típico de pediculose pubiana. O chato costuma provocar coceira na região com pelos e pode permitir a visualização de piolhos ou lêndeas aderidos aos fios. Ele não costuma causar nódulos da cor da pele que estouram e liberam líquido ou sangue.

    Lesões com essas características podem ter diferentes causas, como foliculite, molusco contagioso, cistos, verrugas ou outras doenças da pele. Como estão persistindo e sangram quando manipuladas, procure um dermatologista ou urologista para exame presencial. Evite furar ou espremer as lesões.

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