Principais pontos sobre a melatonina
A melatonina é um hormônio produzido principalmente à noite que ajuda a sincronizar o relógio biológico. Ela não age como um sedativo convencional; funciona sobretudo como um sinal de que o período de sono está se aproximando.
A suplementação tende a ser mais útil no jet lag e nos transtornos do ritmo circadiano, como a síndrome do atraso da fase do sono. Na insônia crônica comum, o benefício costuma ser mais modesto.
O horário de uso é tão importante quanto a dose. A melatonina de liberação rápida atua principalmente no início do sono, enquanto a de liberação prolongada mantém níveis elevados por mais tempo. Doses maiores não necessariamente produzem melhores resultados.
No Brasil, suplementos alimentares podem fornecer no máximo 0,21 mg de melatonina por dia e são destinados a adultos com 19 anos ou mais. Esse limite regulatório não significa que 0,21 mg seja a dose recomendada para tratar insônia.
A melatonina costuma ser bem tolerada e não provoca dependência física ou abstinência. Sonolência no dia seguinte, dor de cabeça, tontura, náusea e sonhos intensos estão entre os efeitos adversos possíveis. Os dados de segurança sobre uso contínuo por muitos anos ainda são limitados.
No Brasil, suplementos de melatonina não são autorizados para crianças, gestantes ou mulheres que amamentam. Em situações pediátricas específicas, porém, a melatonina pode ser prescrita sob acompanhamento médico.
O que é a melatonina?
A melatonina, também conhecida como hormônio do sono, é um hormônio produzido pela glândula pineal, que é uma pequena glândula localizada na região central do cérebro, no meio dos dois hemisférios cerebrais. Essa substância age sobretudo no próprio cérebro, sendo responsável pelo controle dos ciclos de sono e vigília.
À noite, quando está escuro, a produção de melatonina aumenta, induzindo o cérebro a sentir sono. Durante o dia, quando está claro, a secreção de melatonina reduz-se, fazendo com que fiquemos mais despertos. A simples exposição à luz durante a noite ou ao escuro durante o dia pode alterar o ritmo de produção da melatonina.
A ação natural da melatonina sobre a indução do sono inspirou a criação de formas sintéticas do hormônio, cujo objetivo seria criar um fármaco que ajudasse a combater a insônia sem provocar os efeitos colaterais dos medicamentos habitualmente utilizados para esse fim, como o Zolpidem e os benzodiazepínicos (ex: Estazolam, Lorazepam, Triazolam, Clonazepam e outros).
Neste artigo falaremos especificamente sobre o hormônio do sono. Se você procura informações sobre a insônia, acesse o seguinte link: Insônia – Causas e Tratamento.
Como a melatonina regula o sono e o ritmo circadiano
Como já explicado na introdução deste artigo, a melatonina é o hormônio produzido no cérebro responsável pelo controle do ritmo circadiano do nosso organismo.
O ritmo circadiano é o nosso relógio interno de 24 horas, que determina o ritmo dos processos biológicos do nosso organismo ao longo de um dia inteiro (controla, entre outros, a temperatura corporal, a secreção de hormônios e a pressão arterial). O ritmo circadiano desempenha um papel crítico na definição de quando adormecemos e quando acordamos.
A produção do hormônio do sono começa a se elevar ao entardecer, atingindo o seu pico entre as 23h e as 3h da manhã. Após o pico, os níveis de melatonina caem rapidamente, preparando o organismo para acordar no início da manhã. Ao redor das 8h-9h da manhã, os níveis de melatonina encontram-se no seu valor mínimo e assim permanecerão até o início da tarde.
É sempre importante destacar que a melatonina tem um importante papel no controle do ciclo sono-vigília, mas não é o único fator que controla o momento em que sentimos sono. Nem todo mundo com insônia tem deficiência na produção do hormônio do sono.
A melatonina é produzida a partir do triptofano, um aminoácido presente em diversos alimentos, tais como laticínios, carnes, amendoim, ovos, ervilha, etc. Não há evidências científicas, porém, de que o consumo de alimentos ricos em triptofano aumente os níveis sanguíneos de melatonina ou que ajude no tratamento da insônia. Da mesma forma, o consumo de alimentos ricos em melatonina, como vinho, frutas, cereais e azeite, também não apresenta evidências sólidas de que possa ser útil na indução do sono.
Alguns laboratórios vendem suplementos que são associação de melatonina com triptofano, mas não há evidências de que estes sejam superiores à melatonina pura no tratamento da insônia.
O que pode alterar a produção natural de melatonina?
Diversas situações podem interferir no ciclo natural da melatonina, incluindo trabalho noturno, jet lag, idade avançada, exposição frequente à luz artificial durante a noite, problemas de visão, etc.
Explicaremos sucintamente algumas dessas situações:
Idade
A secreção de melatonina pela glândula pineal varia significativamente com a idade. No ser humano, o hormônio do sono começa a ser secretado ao redor do 4º mês de vida, coincidindo com a consolidação do sono no período da noite. A partir desta idade, a capacidade de secreção noturna de melatonina aumenta rapidamente, atingindo um pico entre as idades de 1 e 3 anos. Daí em diante, a produção desce ligeiramente, estabilizando-se num patamar que persiste durante toda a vida adulta.
Conforme envelhecemos, a secreção noturna de melatonina começa a sofrer um declínio. Uma pessoa de 70 anos apresenta níveis noturnos de hormônio do sono cerca de 75% mais baixos que durante sua juventude. Esta queda costuma ocorrer pela calcificação progressiva da glândula pineal, que vai se tornando cada vez menos capaz de secretar o hormônio.
Influência da luz
A secreção noturna de melatonina pode ser inibida pela exposição à luz durante a noite, mesmo em pequena intensidade, principalmente se as pupilas estiverem dilatadas.
Estudos mostram que o comprimento de onda entre 446 e 447 nm, percebido por nós como luz azul, é o tipo de luz que mais suprime a secreção de melatonina. Esse comprimento de onda de luz é muito comum nas luzes LED e nos aparelhos eletrônicos, tais como e-books, tablets, computadores, smartphones, etc.
Por conta desse fato, muitas pessoas têm adquirido óculos com lentes de coloração laranja, que ajudam a bloquear a luz azul, reduzindo, assim, o efeito inibitório das luzes artificiais sobre a secreção noturna de melatonina.
Apesar de ser uma solução aceitável, as lentes laranjas bloqueiam também outros comprimentos de onda, que não só o azul, tornando-se um pouco desconfortáveis para serem usadas em ambientes com baixa iluminação.
Uma alternativa mais cara, porém mais efetiva, é adquirir óculos com lentes que filtram exclusivamente os comprimentos de onda azul.
Uma opção também eficaz é comprar luzes de cor vermelha para iluminação noturna, pois o vermelho faz parte do comprimento de onda que parece ser o que menos inibe a produção de melatonina. Todavia, assim como os óculos laranja, não é muito confortável usar luzes vermelhas como fonte de iluminação noturna.
Medicamentos
Alguns fármacos e substâncias podem inibir a produção da melatonina. O mais conhecido é o propranolol, um medicamento da classe dos beta-bloqueadores, muito usado para o tratamento da hipertensão e de problemas cardíacos. A cafeína e o álcool também são substâncias que interferem com a secreção da melatonina.
Cegueira
Pessoas cegas que não conseguem detectar a presença da luz do dia podem ter uma produção de melatonina desregulada. Quanto mais grave for a deficiência visual, maior é o risco de transtornos do sono.
Para que serve a melatonina e quando ela funciona melhor?
A melatonina sintética, ou seja, a melatonina artificial criada em laboratórios, foi desenvolvida como uma potencial forma de tratar a insônia, servindo como alternativa mais econômica e com menos efeitos colaterais que os medicamentos habitualmente utilizados para esse fim.
Assim como a melatonina natural, a melatonina vendida comercialmente apresenta dois efeitos: ajuda na indução do sono e na sua manutenção durante a noite. A melatonina também serve para regularizar o sono nos trabalhadores noturnos, que precisam dormir de dia.
Inicialmente vendido como suplemento alimentar em boa parte do mundo, o hormônio do sono rapidamente se tornou popular e passou a ser uma rentável fonte de lucro para as empresas que a produziam.
Porém, como a melatonina era tratada pelas entidades reguladoras como um simples suplemento alimentar, e não como um medicamento, a falta de uma rigorosa fiscalização sobre o produto acabou gerando diversos problemas, tais como contaminação de amostras, comprimidos com doses excessivas (mais elevadas do que a descrita na embalagem), falta de controle sobre as doses indicadas, falsa propaganda em relação aos seus reais benefícios, dissimulação em relação à sua origem sintética (vender como natural um produto produzido em laboratório), adição de outras substâncias de forma oculta na fórmula, etc.
Como não era encarada como remédio, o fabricante não precisava comprovar cientificamente sua eficácia contra nenhuma doença, nem mesmo contra a insônia, principal indicação da melatonina. Não demorou para que a forma sintética do hormônio ganhasse ares de substância milagrosa, passando a ser tratada como solução para diversos problemas, como depressão, doença de Parkinson, envelhecimento e até como tratamento do câncer ou HIV.
O enquadramento da melatonina varia conforme o país, a dose e a apresentação. Na União Europeia existem medicamentos à base de melatonina autorizados para indicações específicas, enquanto alguns países também permitem a venda de suplementos de baixa dose. Nos Estados Unidos, ela continua amplamente comercializada como suplemento alimentar.
No Brasil, a melatonina é aprovada para venda desde outubro de 2021. A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou o uso da melatonina para a formulação de suplementos alimentares, destinados exclusivamente a pessoas com idade igual ou maior que 19 anos e para o consumo diário máximo de 0,21 mg.
Como tomar melatonina: dose, horário e duração
Existem atualmente duas formas diferentes de melatonina:
- Melatonina sintética de rápida ação (forma mais comum) ou de liberação prolongada.
- Análogos da melatonina: Ramelteon e Tasimelteon.
Melatonina
A melatonina pode ser encontrada em diversas dosagens:
- No Brasil, apenas a dosagem de 0,21 mg é autorizada.
- Em Portugal, as doses de 1 mg e 2 mg são as mais vendidas.
- Em outros países do mundo, é possível encontrar doses de melatonina de 5 mg a 10 mg.
A dose de melatonina capaz de simular a produção natural do hormônio é de 0,1 a 0,5 mg por dia.
Nos países que permitem dosagens maiores, se não houver resultado, a dose pode ser aumentada progressivamente até 3 a 5 mg por dia (na maioria dos casos, a dose até 1 mg é mais que suficiente). No Brasil, porém, a dose máxima diária permitida é de 0,21 mg. Em Portugal, a dose máxima sugerida é de 1 mg por dia.
Alguns fabricantes em outros países sugerem desde o início doses bem mais elevadas do hormônio, tais como 5 ou 10 mg por dia. Com essas doses, porém, os níveis de melatonina no sangue chegam a ficar até 60 vezes acima dos valores de melatonina natural. Essas doses não têm nenhuma evidência de serem mais efetivas e ainda causam um aumento na incidência de efeitos colaterais.
Não existe uma dose ideal para todas as pessoas. Doses baixas podem ser suficientes em alguns casos, mas a resposta também depende da indicação, do horário da administração e da formulação utilizada. Doses maiores não garantem melhor resultado e podem aumentar a sonolência diurna e outros efeitos adversos. Se a melatonina não funcionar, o primeiro passo não deve ser simplesmente aumentar a dose.
Para o jet lag, os estudos geralmente utilizam melatonina próxima ao horário habitual de dormir no destino, começando na noite da chegada e mantendo-a por alguns dias. Doses entre 0,5 e 5 mg foram estudadas, mas o horário correto é fundamental: tomar a melatonina no momento inadequado pode atrasar a adaptação ao novo fuso. As doses utilizadas nesses estudos são frequentemente maiores que o limite de 0,21 mg autorizado para suplementos no Brasil.
Análogos da melatonina
A ramelteona e a tasimelteona não são formas de melatonina, mas medicamentos que atuam nos receptores desse hormônio. A ramelteona é utilizada nos Estados Unidos para dificuldade de iniciar o sono. A tasimelteona é autorizada nos Estados Unidos e na União Europeia para o transtorno do sono-vigília diferente de 24 horas em adultos totalmente cegos.
Não existem estudos clínicos comparando a ação da melatonina sintética com a do Ramelteon ou do Tasimelteon.
A melatonina realmente funciona?
Os estudos científicos controlados sobre a melatonina apresentam resultados contraditórios. Este fato se deve porque nem todo tipo de insônia responde ao tratamento com o hormônio do sono e nem toda insônia é provocada por uma deficiência na produção de melatonina.
Há muitos estudos que não conseguiram provar que a melatonina é superior ao placebo no tratamento da insônia crônica. Outros mostraram que a melatonina sintética reduz em apenas cerca de 7 minutos o tempo que o paciente leva para pegar no sono em comparação com o placebo.
As situações nas quais os estudos demonstram que a melatonina funciona melhor que o placebo são:
- Tratamento dos efeitos do jet lag.
- Síndrome do atraso das fases do sono: um tipo de distúrbio do sono que faz com que o paciente demore muito para dormir (geralmente depois de 1 ou 2 da manhã) e no dia seguinte tenha dificuldade de acordar e ser produtivo na parte da manhã.
- Insônia em pacientes com níveis mais baixos de hormônio do sono noturno.
- Regularização do sono para pessoas que trabalham de madrugada e precisam dormir de dia.
- Regularização do sono para pessoas com deficiência visual.
A melatonina não deve ser tratada como uma solução universal para a insônia. Na insônia crônica sem alteração do ritmo circadiano, o benefício da formulação de liberação rápida costuma ser pequeno. Em contrapartida, ela pode ser mais útil no jet lag, na síndrome do atraso da fase do sono e em alguns outros transtornos do ritmo circadiano.
Uma revisão sistemática de 2020 identificou 12 metanálises de estudos randomizados controlados por placebo com qualidade variando de moderada a muito baixa. Os autores concluíram que a melatonina resulta em uma melhora estatisticamente significativa, porém pequena, na indução e no tempo total de sono, com uma falta de consenso sobre se os efeitos são clinicamente significativos.
A melatonina de liberação rápida tende a ter maior efeito sobre o horário e o início do sono. Para dificuldade de manter o sono, o resultado costuma ser mais limitado, embora formulações de liberação prolongada possam ajudar alguns pacientes, especialmente pessoas com 55 anos ou mais.
Efeitos colaterais da melatonina
A melatonina costuma ser bem tolerada quando utilizada em curto prazo, mas pode causar efeitos colaterais mesmo em doses baixas. Os mais frequentes são sonolência durante o dia, dor de cabeça, tontura, náusea, sonhos intensos e pesadelos.
O risco pode aumentar com doses elevadas, horário inadequado, associação com álcool ou medicamentos sedativos e uso de produtos cuja composição não corresponda ao rótulo.
Há relatos de casos de crise convulsiva em crianças que tomaram doses elevadas de hormônio do sono.
A melatonina vendida na Europa é um medicamento com produção mais controlada que a vendida nos EUA, sendo a versão mais segura de ser consumida.
Quem não deve tomar melatonina?
No Brasil, suplementos alimentares com melatonina não são autorizados para crianças, gestantes ou mulheres que amamentam. Crianças e adolescentes não devem receber suplementos por conta própria.
Entretanto, em situações específicas, médicos especialistas podem utilizar melatonina para tratar distúrbios do sono, principalmente quando associados ao autismo ou a determinadas síndromes neurogenéticas.
Interações da melatonina com medicamentos e álcool
A melatonina pode interagir com vários medicamentos e outras substâncias, alterando tanto o efeito desses produtos como o da própria melatonina. As combinações que exigem maior precaução incluem:
- Álcool, benzodiazepínicos, zolpidem, opioides e outros medicamentos sedativos, devido ao aumento da sonolência e do risco de quedas ou acidentes;
- Fluvoxamina e medicamentos que inibem a enzima CYP1A2, que podem elevar muito a concentração de melatonina;
- Anticoncepcionais combinados e terapia hormonal com estrogênio, que também podem aumentar seus níveis;
- Carbamazepina e rifampicina, que podem reduzir o efeito da melatonina;
- Varfarina e outros anticoagulantes, devido à possibilidade de alteração do efeito anticoagulante;
- Medicamentos para hipertensão ou diabetes, pois podem ocorrer alterações da pressão arterial ou do controle da glicose.
Pessoas que utilizam medicamentos contínuos devem confirmar com o médico ou farmacêutico se a combinação é segura. Também é prudente evitar dirigir, operar máquinas ou realizar atividades de risco quando houver sonolência, tontura ou dificuldade de concentração.
- Physiology and available preparations of melatonin – UpToDate.
- Overview of circadian sleep-wake rhythm disorders – UpToDate.
- Melatonin: In Depth – National Center for Complementary and Integrative Health (NCCIH).
- Melatonin agonists and insomnia – Expert Review of Neurotherapeutics.
- Melatonin for the prevention and treatment of jet lag – The Cochrane Database of Systematic Reviews.
- Meta-analysis: melatonin for the treatment of primary sleep disorders – PloS one.
- The efficacy of melatonin and melatonin agonists in insomnia – An umbrella review – Journal of psychiatric research.
- Anvisa autoriza melatonina na forma de suplemento alimentar – Anvisa.
- Pizzorno JE, et al., eds. Melatonin. In: Textbook of Natural Medicine. 5th ed. Elsevier; 2021.
Dúvidas de leitores sobre este tema
Perguntas enviadas por leitores e selecionadas pelo editor por sua relevância para este artigo.
Doutor, a melatonina vendida no Brasil tem apenas 0,21 mg. Essa dose realmente funciona ou é baixa demais?
Tem ou não tem que tomar melatonina manipulada no escuro?
Mais comentários dos leitores
Tomo melatonina antes de dormir, mas não sinto nenhum efeito. Isso significa que preciso aumentar a dose?
Qual é a diferença entre a melatonina normal e a de liberação prolongada? Uma é melhor que a outra?
Q texto maravilhoso!!! Parabéns ao Dr Pedro pelo excelente texto. Tirei todas as minhas dúvidas. Obrigada!!
Achei a explicação excelente
Eu tenho diabetes posso tomar ?
Boa tarde,
É importante tomar melatonina? Durante quanto tempo?
Unica forma de encontrei pra dormir, foi tomar melatonina. Acho ótimo. Insonia nunca mais.
Olá, Dr! Como vai?
A suplementação de melatonina manipulada altera resultado de análises laboratoriais de exames de sangue como colesterol, beta-hcg e afins?
Obrigada!
Site ótimo, auto explicativo com clareza, parabéns!
Achei a informação ótima.
EU trato um câncer de mama à 6anos, o tratamento levou meu sano graças à melatonina hoje durmo gostoso.
Boa noite!
Quem toma melatonina, pode aparecer no corpo umas marchinhas vermelhas ?
Um texto bem escrito e esclarecedor. Ao final da leitura, as duvidas que tinha sobre a Melatonina foram todas esclarecidas. Parabéns ao autor, ótimo texto.
Parabenizo pelo texto com ótimos esclarecimentos
A melatonina pode causar depressão ou dor crônicas?
Se tomar melatonina o organismo para de produzir naturalmente i hormoio?
Eu tomo melatonina 500 mg tomava 6 horas da noite e não tava conseguindo dormir passei para as 10 da noite e não estou conseguindo dormir porque será?
Posso tomar melatonina uso contínuo? Ou posso tomar só por um tempo e depois causa dependência
Excelente! Gostei muito dos esclarecimentos. Se a dosagem de 5mg não está fazendo muito efeito qual a possibilidade de tomar 10mg e não ser bom para mimn ou vice-versa? Obrigada.
Eu tenho insônia crônica , ah anos tomo donazepam 2mg. Posso parar e tomar melatonina? É melhor ? Tenho 66anos .
Muito explicativo! Obrigada
Olá boa noite li que a Melatonina pode dar algumas reações como coceiras no corpo isso procede??? percebi que depois que comecei a tomar apareceu coceiras em algumas partes do meu corpo
Texto melhor impossível, li hoje que a Anvisa liberou em outubro 2021 a melatonina com 0,21 mg.
O que acha da dose?
Há algum embasamento?