Rinite alérgica (febre dos fenos)


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Revisado e atualizado em abril 2, 2026
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O que é rinite alérgica?

A rinite alérgica é uma inflamação da mucosa que reveste o interior do nariz, provocada por uma reação exagerada do sistema imunológico a partículas do ambiente chamadas alérgenos.

Os sintomas mais comuns incluem espirros repetidos, nariz entupido, coriza e coceira no nariz. Muitas vezes, esses sintomas vêm acompanhados de lacrimejamento e coceira nos olhos, podendo interferir no sono, na concentração e na qualidade de vida.

Estima-se que até 30% dos adultos e 40% das crianças apresentem rinite alérgica em algum momento da vida. Pessoas com histórico de asma, eczema atópico (dermatite atópica) ou outras alergias têm risco ainda maior de desenvolver a doença.

O que são alérgenos?

Alérgenos são substâncias capazes de provocar uma reação alérgica em pessoas sensíveis. Para quem não tem alergia, essas partículas são inofensivas; para quem é alérgico, elas “enganam” o sistema imune, que passa a tratá-las como invasores perigosos.

Os alérgenos podem entrar em contato com o corpo de várias formas:

  1. Inalação: pólen, poeira doméstica, ácaros, pelos de animais, fumaça, mofo, produtos químicos voláteis.
  2. Ingestão: alimentos (como leite, ovos, frutos-do-mar, amendoim), medicamentos, suplementos.
  3. Contato com a pele: látex, perfumes, cremes, plantas, metais (como níquel), produtos de limpeza.
  4. Inoculação na pele: picadas de insetos, por exemplo, de abelhas e mosquitos.

Importante: o que causa os sintomas não é a ação direta do alérgeno, mas sim a resposta exagerada do sistema imunológico. É por isso que uma mesma substância pode ser completamente inofensiva para algumas pessoas e desencadear crises intensas em outras.

Como a rinite alérgica se desenvolve

A rinite alérgica surge quando uma pessoa com predisposição genética entra em contato com um alérgeno pelo nariz.

No primeiro contato, geralmente na infância, o organismo da pessoa alérgica reconhece erroneamente aquela substância como um invasor perigoso. Isso leva à produção de anticorpos do tipo IgE específicos contra o alérgeno — como se o corpo estivesse se preparando para combater um vírus ou uma bactéria.

Esses anticorpos IgE ficam presos na superfície de células de defesa chamadas mastócitos, localizadas na mucosa nasal. Podemos imaginar os mastócitos como “sentinelas” armadas e preparadas para reagir ao menor sinal do alérgeno.

No próximo contato com a mesma substância, o alérgeno se liga aos anticorpos IgE na superfície dos mastócitos. Isso provoca a ativação dessas células, que liberam uma série de substâncias inflamatórias, sendo a histamina a mais importante.

A histamina causa:

  • Dilatação dos vasos sanguíneos (provocando congestão nasal).
  • Estimulação de terminações nervosas (causando coceira).
  • Aumento da produção de muco (resultando em coriza).
  • Espirros, como um reflexo para tentar expulsar o alérgeno.

Além da histamina, outros mediadores inflamatórios, como leucotrienos e prostaglandinas, e a participação de células como eosinófilos, contribuem para manter a inflamação e prolongar os sintomas.

Em resumo, os sintomas da rinite alérgica são o efeito colateral de uma reação de defesa exagerada. O alérgeno em si não é perigoso, mas o sistema imunológico da pessoa alérgica reage como se fosse.

Fatores de risco

A rinite alérgica é mais provável em pessoas com predisposição genética e histórico pessoal ou familiar de outras doenças alérgicas, como asma, dermatite atópica (eczema) e conjuntivite alérgica.

Alguns fatores aumentam a chance de desenvolver a doença:

  • Sexo masculino: especialmente na infância, quando a prevalência é maior em meninos.
  • Histórico familiar de alergias respiratórias ou cutâneas.
  • Nascimento durante épocas de alta concentração de pólen, como primavera ou início do verão, dependendo da região.
  • Interrupção precoce do aleitamento materno: o leite materno contribui para o amadurecimento do sistema imunológico e pode reduzir o risco de alergias.
  • Exposição à fumaça de cigarro no primeiro ano de vida (leia: Malefícios do cigarro | Tratamento do tabagismo).
  • Uso frequente de antibióticos na infância, que pode alterar a microbiota e influenciar o sistema imune.
  • Ambientes ricos em alérgenos, como locais com muita poeira, mofo, tapetes, cortinas pesadas e animais de estimação.

Quanto mais cedo e mais intenso for o contato com alérgenos, maior a probabilidade de o sistema imunológico reagir de forma exagerada, levando à sensibilização e às crises recorrentes.

Sintomas da rinite alérgica

A rinite alérgica pode provocar sintomas leves, moderados ou graves, e seu impacto vai muito além do desconforto nasal — ela pode prejudicar o sono, a concentração e o desempenho escolar ou profissional.

Sintomas mais comuns:

  • Espirros em sequência, muitas vezes pela manhã.
  • Coriza (nariz escorrendo com secreção clara e aquosa).
  • Congestão nasal (nariz entupido).
  • Coceira no nariz, olhos, garganta ou céu da boca.
  • Lacrimejamento e irritação ocular.
  • Tosse seca desencadeada pelo gotejamento de secreção para a garganta.
  • Redução do olfato e paladar.

Em alguns casos, pode haver dor ou pressão facial, especialmente se houver inflamação associada dos seios da face (rinossinusite) — Leia: Sinusite: sintomas, causas e tratamento.

Sinais clínicos característicos da rinite alérgica:

  • Linhas de Dennie-Morgan: pregas ou vincos mais marcados na pele logo abaixo das pálpebras inferiores.
  • Olheiras alérgicas: escurecimento da pele sob os olhos devido à congestão dos vasos sanguíneos locais.
  • Sinal do “saudação alérgica”: gesto repetitivo de esfregar ou levantar a ponta do nariz com a mão para aliviar a coceira e facilitar a respiração.

Formas de apresentação:

  • Sazonal: crises que ocorrem em épocas específicas do ano, geralmente relacionadas ao aumento de pólen no ar.
  • Perene: sintomas durante todo o ano, mais comuns em pessoas expostas continuamente a alérgenos domésticos como ácaros, mofo ou pelos de animais.

Quando o paciente permanece exposto ao alérgeno, as crises tendem a se tornar mais frequentes e intensas, e a quantidade de alérgeno necessária para provocar sintomas vai diminuindo. Em estágios avançados de sensibilização, até fatores não alérgicos — como mudanças bruscas de temperatura, fumaça, odores fortes ou ar frio — podem desencadear sintomas.

Diagnóstico e exames

O diagnóstico da rinite alérgica é feito, na maioria dos casos, a partir da história clínica e do exame físico, sem necessidade de exames complexos. O médico avalia os sintomas, seu padrão de ocorrência e possíveis fatores desencadeantes.

Elementos importantes da avaliação clínica:

  • Histórico dos sintomas: início, duração, frequência e sazonalidade.
  • Situações que pioram ou melhoram: contato com poeira, animais, mofo, mudanças de clima, entre outros.
  • Histórico familiar de doenças alérgicas.
  • Presença de outras condições alérgicas: asma, dermatite atópica, conjuntivite alérgica.
  • Achados no exame físico: mucosa nasal pálida ou azulada, presença de secreção aquosa, sinais típicos como olheiras alérgicas e linhas de Dennie-Morgan.

Exames complementares

Nem sempre são necessários, mas podem ajudar em casos duvidosos ou quando é importante identificar o alérgeno específico.

  1. Teste cutâneo de alergia (teste de puntura/prick test): pequenas gotas de extratos de alérgenos comuns são aplicadas na pele, geralmente no antebraço ou nas costas. A reação local (vermelhidão e inchaço) indica sensibilidade àquela substância.
  2. Dosagem de IgE específica no sangue: mede a quantidade de anticorpos IgE dirigidos contra alérgenos específicos. É útil quando o teste cutâneo não é possível, como em pacientes com doenças de pele extensas ou uso contínuo de anti-histamínicos.
  3. Exames de imagem (raramente indicados): tomografia computadorizada ou radiografia dos seios da face podem ser solicitadas se houver suspeita de complicações, como sinusite crônica.

Diagnóstico diferencial

É importante diferenciar a rinite alérgica de outras condições que causam sintomas semelhantes, como:

Tratamento

O tratamento da rinite alérgica tem dois objetivos principais: controlar os sintomas e reduzir a exposição aos alérgenos que desencadeiam as crises. Sempre que possível, identificar o alérgeno responsável é fundamental, pois medidas simples de prevenção podem reduzir a necessidade de medicamentos.

Em alguns casos, o controle ambiental já é suficiente para manter a doença sob controle, enquanto em outros é preciso associar medicamentos ou até imunoterapia.

Lavagem nasal com solução salina

A irrigação das narinas com soro fisiológico ou solução salina hipertônica ajuda a remover alérgenos e secreções acumuladas, reduzindo a inflamação local. Pode ser feita diariamente, inclusive fora das crises, e também antes da aplicação de outros medicamentos, como sprays de corticoide ou anti-histamínicos. É um método seguro e sem contraindicação para uso prolongado.

Anti-histamínicos

A histamina é o principal mediador químico liberado pelos mastócitos durante a reação alérgica. Os anti-histamínicos bloqueiam sua ação nos receptores H1, aliviando espirros, coriza e coceira. Eles podem ser administrados por via oral ou tópica (spray nasal).

Os anti-histamínicos são divididos em duas categorias:

  • Primeira geração (como difenidramina, clorfeniramina e dexclorfeniramina): eficazes, mas causam sonolência e redução do estado de alerta, pois atravessam a barreira hematoencefálica. São mais indicados para uso noturno ou em crises de curta duração.
  • Segunda geração (como loratadina, desloratadina, cetirizina, levocetirizina, fexofenadina e bilastina): provocam menos sedação e são mais adequados para uso contínuo.

Azelastina spray nasal é um anti-histamínico de uso tópico, aplicado diretamente nas narinas. Atua bloqueando receptores H1 na mucosa nasal, proporcionando alívio rápido — geralmente em cerca de 15 minutos — de sintomas como coriza, espirros e coceira. Pode ser usada tanto em crises agudas quanto de forma contínua. Por agir localmente, tem baixo risco de causar sonolência ou efeitos sistêmicos.

Atualmente, também existem formulações combinadas de azelastina com um corticoide nasal (como a fluticasona). Essa associação une o alívio rápido do anti-histamínico ao controle anti-inflamatório do corticoide, sendo indicada para casos moderados a graves que não respondem bem a um único medicamento.

Apesar da eficácia, é importante lembrar que os anti-histamínicos, isoladamente, têm efeito limitado sobre a congestão nasal. Por isso, muitas vezes precisam ser combinados a corticoides nasais.

Corticoides nasais

Os corticoides tópicos nasais são o tratamento de primeira linha para rinite alérgica moderada ou grave, de acordo com as principais diretrizes internacionais. Eles reduzem a inflamação e melhoram todos os sintomas principais — inclusive a congestão nasal, que é pouco responsiva aos anti-histamínicos.

Opções comuns incluem: fluticasona, mometasona, budesonida, flunisolida, triancinolona e beclometasona. Todas têm eficácia semelhante quando usadas corretamente.

O efeito não é imediato: pode levar alguns dias para alcançar o máximo benefício, por isso, em crises com congestão intensa, o médico pode prescrever o uso temporário de um descongestionante nasal ou um anti-histamínico antes de iniciar o corticoide.

São medicamentos seguros para uso prolongado em adultos e crianças, desde que utilizados na dose prescrita.

Em tratamentos prolongados, recomenda-se acompanhamento com otorrinolaringologista, para exame periódico da cavidade nasal e prevenção de complicações raras, como lesões da mucosa ou infecções. Em crianças, o crescimento deve ser monitorado.

Descongestionantes nasais

Sprays contendo substâncias como oximetazolina ou soluções orais com pseudoefedrina promovem constrição dos vasos sanguíneos da mucosa nasal, reduzindo rapidamente o inchaço e a produção de muco.

Apesar do alívio imediato, seu uso não deve ultrapassar três dias consecutivos, pois pode causar efeito rebote — o nariz volta a ficar entupido e o paciente passa a depender do medicamento para respirar bem. Essa condição, chamada rinite medicamentosa, é de difícil reversão.

Por isso, descongestionantes devem ser usados apenas em situações pontuais e sob orientação médica.

Antagonistas de receptores de leucotrienos

Medicamentos como o montelucaste bloqueiam a ação dos leucotrienos, substâncias inflamatórias liberadas durante a reação alérgica. São menos eficazes do que os corticoides nasais e não costumam ser a primeira escolha, mas podem ser úteis em pacientes que também têm asma ou que não toleram outros tratamentos.

Imunoterapia (vacinas para alergia)

A imunoterapia específica é um tratamento que visa dessensibilizar o organismo, reduzindo sua reação ao alérgeno. Pode ser realizada por via subcutânea (injeções) ou sublingual (gotas ou comprimidos dissolvidos sob a língua).

O tratamento é feito com doses progressivamente maiores do alérgeno, até atingir uma dose de manutenção. O objetivo é treinar o sistema imunológico para tolerar a substância, diminuindo a frequência e a intensidade das crises.

A imunoterapia é indicada apenas quando os alérgenos estão claramente identificados, como pólen, ácaros e pelos de animais. O tratamento geralmente dura de três a cinco anos e não deve ser interrompido precocemente, sob risco de perda de eficácia.

Prevenção e controle ambiental

Evitar ou reduzir a exposição aos alérgenos é uma parte essencial do tratamento da rinite alérgica, especialmente nos casos em que eles já foram identificados. Essas medidas ajudam a diminuir a frequência e a intensidade das crises e, em alguns casos, podem reduzir a necessidade de medicamentos.

As orientações variam conforme o tipo de alérgeno envolvido:

Ácaros da poeira

  • Lavar roupas de cama semanalmente com água quente (acima de 55 °C).
  • Usar capas antiácaros em travesseiros e colchões.
  • Retirar tapetes, cortinas pesadas e bichos de pelúcia do quarto, sempre que possível.
  • Manter a casa bem ventilada e evitar excesso de umidade.
  • Aspirar com aspirador de pó equipado com filtro HEPA.

Pólen

  • Manter janelas fechadas nos dias de alta contagem de pólen.
  • Evitar atividades ao ar livre no início da manhã e em dias secos e ventosos.
  • Tomar banho e trocar de roupa após voltar da rua para remover o pólen da pele e dos cabelos.

Animais de estimação

  • Manter os animais fora do quarto de dormir.
  • Dar banho semanal nos animais, se possível.
  • Evitar o contato direto com a pelagem nos períodos de maior crise.

Mofo

  • Eliminar focos de infiltração e umidade.
  • Usar desumidificadores em ambientes fechados e úmidos.
  • Limpar paredes e superfícies com produtos antifúngicos adequados.

Irritantes não alérgicos

Mesmo não sendo alérgenos, substâncias como fumaça de cigarro, perfumes fortes, sprays de limpeza e poluição atmosférica podem agravar a rinite alérgica.

  • Evitar totalmente a exposição à fumaça de cigarro, especialmente em crianças.
  • Reduzir o uso de produtos com odor intenso em casa.

Além disso, manter boa higiene nasal com lavagens regulares ajuda a remover alérgenos e partículas irritantes, funcionando tanto como prevenção quanto como parte do tratamento.

Perguntas frequentes sobre a rinite alérgica (FAQ)

Rinite alérgica causa rouquidão?

Não é habitual. O que pode ocorrer é o paciente ter uma laringite alérgica junto com rinite alérgica. A laringite alérgica ocorre quando a exposição a alérgenos, como pólen, ácaros, pelos de animais ou outros irritantes, provoca uma inflamação na laringe (caixa de voz), levando a sintomas típicos de laringite, como rouquidão, perda de voz, dor ou irritação na garganta.

Algumas viroses respiratórias podem provocar rinite e rouquidão. Nesse caso, porém, a causa de ambas é infecciosa, e não alérgica.

Qual é o melhor antialérgico para rinite alérgica?

Não existe um antialérgico (anti-histamínico) que se destaque entre todos. Se você quiser um antialérgico que provoque sono e ajude a dormir à noite, os anti-histamínicos de primeira geração, como hidroxizina e dexclorfeniramina, são boas opções. Se desejar um antialérgico que não provoque muito sono, os anti-histamínicos de segunda geração, como desloratadina e fexofenadina, são boas escolhas.

Rinite alérgica causa febre?

A rinite alérgica não costuma causar febre. Se uma pessoa com rinite apresentar febre, é provável haver outra condição concomitante, como uma infecção respiratória (por exemplo, uma sinusite bacteriana, resfriado ou gripe), que pode causar febre. Nesses casos, a febre não seria atribuída à rinite em si, mas sim à infecção associada.

Rinite irritativa é igual à rinite alérgica?

Não, rinite irritativa e alérgica são duas formas diferentes de inflamação das mucosas da cavidade nasal. A rinite irritativa ocorre em resposta a agentes irritantes não relacionados a reações imunológicas. Esses irritantes podem incluir poluentes ambientais, fumaça de cigarro, produtos químicos, mudanças bruscas de temperatura, odores fortes ou até mesmo ar seco. Não envolve a produção de anticorpos IgE ou liberação de histamina como na rinite alérgica.

Qual é a diferença entre rinite e sinusite?

Rinite e sinusite são condições distintas, apesar de afetarem o sistema respiratório superior.

A rinite é a inflamação da mucosa nasal, com sintomas como coriza, espirros, congestão nasal e coceira. Já a sinusite é a inflamação dos seios paranasais, geralmente causada por infecções. Os sintomas incluem dor facial, pressão nos seios da face, congestão nasal, secreção nasal espessa e, às vezes, febre.

Em resumo, a rinite afeta o nariz, enquanto a sinusite afeta os seios da face.

Quanto tempo dura uma crise de rinite alérgica?

A duração de uma crise de rinite alérgica pode variar dependendo da exposição ao alérgeno e da gravidade da reação. Geralmente, uma crise pode durar desde algumas horas até vários dias.

Crise aguda: quando a pessoa é exposta a um alérgeno específico (como pólen ou poeira), os sintomas podem durar algumas horas ou dias, desde que a exposição cesse.

Rinite alérgica perene: em casos de exposição contínua a alérgenos (como ácaros ou pelos de animais), os sintomas podem persistir de forma mais prolongada, com crises recorrentes que duram semanas ou meses, dependendo do controle ambiental e do tratamento.

Com tratamento adequado (antihistamínicos, corticosteroides nasais), a duração das crises pode ser reduzida.

Qual é o melhor spray nasal para rinite alérgica?

Para controle prolongado e eficaz, os corticoides nasais (como budesonida, fluticasona, mometasona e triancinolona) são considerados primeira escolha.

A azelastina em spray nasal é uma boa alternativa para alívio rápido, podendo ser usada sozinha ou em combinação com corticoide.

Há também formulações que combinam azelastina + fluticasona, oferecendo ação imediata e efeito anti-inflamatório duradouro.


book Referências bibliográficas


Dúvidas de leitores sobre este tema

Perguntas enviadas por leitores e selecionadas pelo editor por sua relevância para este artigo.

Mais comentários dos leitores

  1. Andressa

    Excelente explicação!

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Obrigado, Andressa.

  2. Edna

    Boa noite uso busonite mais gostaria de outro pois tenho renite meu nariz fica entopldo sempre a noite

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Se você já usa budesonida intranasal sem melhora, o ideal é ser vista por um otorrinolaringologista para que ele possa avaliar outros tipos de tratamento.

  3. Cátia Batista

    Bom dia Dr. Pedro
    Parabéns pelo artigo, pois me alertou acerca da persistente congestão nasal do meu filho de 3 anos, mesmo após a adenoidectomia. O senhor cita como um dos possíveis causadores, o uso de suplemento. Meu filho faz uso de suplemento alimentar . Pode ser esse o motivo?

    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Apesar de suplementos poderem causar alergia, a rinite não costuma a forma de apresentação mais comum nestes casos. Geralmente, o antígeno vem do ar.

  4. Zilma

    Me ajudem acho que tenho rinite alérgica tenho muita coriza e meu nariz entope com frequência o que faço não aguento mais isso é horrível

    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Zilma, a única forma de melhor é procurando um otorrinolaringologista.

  5. Maria

    Doutor como se faz a lavagem nasal com soro em bebes(1 ano e 10 meses)? Deitado com a cabeca inclinada para tras ou sentado mesmo?Obrigada.

    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    O melhor é deitado e de lado. O soro é feito na narina que estiver mais alta.

  6. Gleiciane Mattos

    No meu comentário anterior o doutor disse que é possível que meu filho tenha sinusite pelo fato da dor de cabeça , como faço pra saber se ele tem sinusite Obg

    Pedro Pinheiro Autor

    Pra ter certeza, só indo ao um médico.

  7. Gleiciane Mattos

    Olá doutor meu filho tem 4 anos e tem renite alérgica só que ele também sente dor de cabeça queria saber se é normal ?

    Pedro Pinheiro Autor

    É possível que ele também tenha sinusite, daí a dor de cabeça.

  8. Edimara Stopasol

    Doutor sinto muita coceira ,tipo de ardumei irritacao no céu dá boca nos buraquinhos dá narina.dentro da boca eh horrível, estou tomando loratadina porém não estou vendo muito resultado sinto muita coceira no canto dos olhos , será renite?

    Dr. Pedro Pinheiro - MD. Saúde Autor

    Parece algo de origem alérgica. Pode ser rinite, caso o seu nariz esteja entupido.

  9. Regina Desiderio

    Parabens pelo articulo. Desde Novembro tenho todos os sintomas. Mais,apos a leitura, mostrarei ao meu medico. Creio que com a sua ajuda encontrei o diagnostico.

  10. aline gonçalves da rocha

    Dr Pedro vc poderia me dar um breve explicação da diferença entre asma e rinite alérgica, é para um trabalho da faculdade !!!!

    Dr. Pedro Pinheiro - MD. Saúde Autor

    São completamente diferentes. Asma é uma reação inflamatória do pulmão, enquanto rinite é um problema na cavidade nasal. Leia os textos sobre rinite e asma aqui do site que você verá que elas são doenças bem diferentes, apesar de ambas poderem ter uma origem alérgica.

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