Proteína C reativa quantitativa (PCR)


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Revisado e atualizado em abril 1, 2025
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Introdução

A proteína C reativa, também conhecida pela sigla PCR, é uma proteína produzida no fígado, cuja concentração sanguínea se eleva radicalmente quando há um processo inflamatório em curso, situação que pode ser provocada por infecções, neoplasias, doenças reumáticas ou traumatismos.

Na maioria dos casos, uma PCR elevada indica que o paciente tem uma infecção bacteriana, mas qualquer tipo de processo inflamatório pode ser a causa.

A concentração sanguínea da proteína C reativa pode ser dosada através de um simples exame de sangue. Hoje em dia, qualquer laboratório faz a dosagem da proteína C reativa.

Se a PCR estiver alta, isso sugere fortemente um processo infeccioso em curso. A PCR, porém, é um exame inespecífico. Ela nos ajuda a detectar precocemente a existência de uma infecção no organismo, mas ela é incapaz de dizer a sua origem. Ou seja, ela sugere que o paciente tenha uma infecção, mas não diz qual é o tipo nem em que órgão ela se encontra.

Recentemente, descobriu-se que o valor da PCR pode ser útil também para indicar quais são os indivíduos com maior risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Pequenas, mas persistentes, elevações da PCR estão associadas a um maior risco de eventos cardiovasculares no futuro, como infarto e AVC.

Atenção: a sigla PCR também é utilizada por alguns laboratórios para uma técnica chamada “reação em cadeia da polimerase”, que é utilizada para identificar germes infecciosos através do seu DNA ou RNA, como no diagnóstico do novo coronavírus (SARS-CoV-2). Neste texto, não abordaremos este tipo de PCR (reação em cadeia da polimerase), pois ele é um exame completamente diferente da dosagem da proteína C reativa.

O que é a proteína C reativa?

O fígado é o órgão responsável pela síntese das proteínas que circulam na corrente sanguínea. Em estados de estresse para o organismo, como nos casos de infecções ou lesões de órgãos e tecidos, o fígado aumenta a produção das chamadas proteínas de fase aguda. Essas proteínas possuem atividade anti-inflamatória e ajudam o sistema imunológico a combater germes invasores. Dentre as várias proteínas de fase aguda existentes, a proteína C reativa é uma das que mais se destaca.

A proteína C reativa foi descoberta na década de 1930 após análises do sangue de pacientes com pneumonia. Naquela época, os investigadores notaram que a PCR encontrava-se muito elevada durante a fase ativa da pneumonia, mas desaparecia do sangue quando o paciente ficava curado. Não demorou muito para se descobrir que esse fenômeno não ocorria somente na pneumonia, mas sim em qualquer infecção relevante no organismo, principalmente aquelas de origem bacteriana.

Mas a PCR não se limita a detectar infecções. Qualquer doença que provoque uma reação inflamatória por parte do organismo pode cursar com níveis elevados de proteína C reativa. Entre as condições não infecciosas que podem provocar elevação da PCR, podemos citar:

As doenças listadas acima são apenas alguns exemplos, a lista completa, incluindo as doenças infecciosas, tem dezenas de exemplos.

Para que serve

A proteína C reativa é muito usada para ajudar no diagnóstico de doenças inflamatórias/infecciosas e para o acompanhamento da eficácia do seu tratamento.

Como já referido, a PCR é um exame inespecífico. Ela nos diz que existe uma inflamação em curso, mas não ajuda muito na hora de identificar qual é o agente causador. Para identificar a origem da infecção, são necessários outros dados, como uma correta interpretação da história clínica, dos sinais e sintomas do paciente e a utilização de outros exames complementares, como a radiografia de tórax, análises de urina, ultrassonografia, etc.

Proteína C reativa nos casos de infecção

A concentração de proteína C reativa no sangue eleva-se precocemente em casos de infecção. Apenas 2 horas após o início do quadro infeccioso, já é possível detectar um aumento do valor da PCR no sangue.

A PCR serve para ajudar no diagnóstico e para acompanhar a eficácia do tratamento, pois, conforme os antibióticos vão surtindo efeito e a infecção vai sendo vencida, o valor da proteína C reativa começa a cair. Um paciente que, após 48 a 72 horas de tratamento com antibiótico, não vê melhora no seu quadro clínico e não apresenta sinais de queda da PCR provavelmente precisará de um novo plano de tratamento, pois o atual não demonstra estar sendo eficaz.

Historicamente, nós sempre utilizamos, através do hemograma, o número de leucócitos no sangue para fazer esse papel de diagnosticar e acompanhar a evolução de uma infecção. A PCR, porém, mostrou-se ser um exame mais confiável, já que seus valores sobem e caem mais rapidamente de acordo com o estado da infecção.

Hoje em dia, é comum utilizarmos tanto o hemograma quanto a PCR como exames complementares nos casos de infecção.

Proteína C reativa nos casos de doenças reumáticas

As doenças reumáticas e as doenças autoimunes costumam provocar quadros de inflamação crônica no organismo, levando, assim, à elevação da PCR.

Ao contrário das doenças infecciosas, principalmente daquelas provocadas por bactérias, nas quais a PCR eleva-se bastante, frequentemente mais de 20 a 30 vezes o seu valor normal, a PCR nas doenças reumáticas costuma estar somente um pouco elevada.

Nestes casos, a PCR serve como parâmetro de atividade da doença. Por exemplo, pacientes com artrite reumatoide que apresentam elevação persistente da PCR costumam ter mais lesões ósseas e mais deformidades das articulações a médio/longo prazo.

Ao contrário da maioria das doenças reumáticas e autoimunes, o lúpus eritematoso sistêmico parece ser um caso à parte, pois a atividade da doença não costuma ter relação com os valores da PCR.

Proteína C reativa nos casos de câncer

Ao contrário das infecções e das doenças reumáticas, a PCR não costuma ser utilizada na investigação dos pacientes com suspeita de câncer. Isso ocorre porque nem todos os cânceres causam elevação da PCR, e quando o fazem, o valor da elevação costuma ser baixo, difícil de ser distinguido de outras situações mais comuns.

Existem, contudo, algumas exceções nas quais o PCR pode ser útil. Uma elevação inexplicada da PCR, por exemplo, pode ser um sinal de recidiva de um tumor previamente tratado. Outro exemplo são os pacientes com mieloma múltiplo ou linfoma, uma vez que valores persistentemente elevados da PCR costumam indicar uma doença mais agressiva, sugerindo pior prognóstico, com menor tempo de sobrevida.

É bom salientar que, em geral, não se pede PCR somente com o intuito de pesquisar um câncer. Da mesma forma, um paciente com PCR inexplicavelmente elevado tem muito mais chances de ter uma doença inflatória benigna ou uma infecção do que ter um câncer oculto.

Valores normais

Os resultados da PCR podem ser descritos em mg/dL ou mg/L. Como ambas as formas são frequentemente usadas pelos laboratórios, vou usar as duas unidades de medição ao longo do restante do artigo.

Em pessoas sadias, a PCR costuma estar abaixo de 0,3 mg/dL (3 mg/L), mas esse valor pode ser um pouco mais elevado em indivíduos idosos.

  • Valores de PCR entre 0,3 mg/dL (3 mg/L) e 1,0 mg/dL (10 mg/L) podem ocorrer em situações de inflamação mínima, como uma gengivite ou um resfriado. Pessoas obesas, diabéticas, hipertensas, portadores de insuficiência renal, consumidores regulares de álcool, fumantes ou pessoas sedentárias também podem ter valores discretamente elevados de PCR.
  • Valores de PCR acima de 1,0 mg/dL (10 mg/L) já começam a ser mais compatíveis com infecções ou processos inflamatórios mais intensos. Valores entre 1,0 mg/dL (10 mg/L) e 4,0 mg/dL (40 mg/dl) são compatíveis com infecções virais mais fortes, tipo gripe, mononucleose, catapora, etc. Tumores e doenças reumáticas também costumam causar elevação da PCR nesta faixa.
  • Valores da proteína C reativa acima de 4,0 mg/dL (40 mg/L) são mais compatíveis com infecção bacteriana. Em casos de sepse, os valores facilmente ultrapassam os 20 mg/dL (200 mg/L).

Antigamente, os resultados da PCR eram divulgados apenas como positivo ou negativo. Se os valores fossem acima de 1,0 mg/dL (10 mg/L), o laboratório considerava o resultado como PCR positivo, fosse ele 1,5 mg/dL ou 30 mg/dL. Como vocês podem imaginar, esse tipo de resultado ajuda pouco. Com as técnicas mais modernas, capazes de medir exatamente os valores da PCR, esta forma de divulgar o resultado da proteína C reativa acabou sendo abandonada.

Proteína C reativa ultrassensível e as doenças cardiovasculares

Os testes habituais que medem os valores sanguíneos da PCR costumam ter um limite inferior que fica ao redor de 0,3 mg/dL (3 mg/L). Sempre que o paciente tiver um valor de proteína C reativa abaixo de 0,3 mg/dL, o laboratório fornecerá o resultado como PCR < 0,3 mg/dL (< 3,0 mg/L).

Recentemente, novas técnicas de detecção da proteína C reativa têm permitido uma avaliação mais detalhada dos resultados dos pacientes com PCR abaixo de 0,3 mg/dL. Um exame chamado proteína C reativa altamente sensível (PCR-as) ou proteína C reativa ultrassensível (PCR-us) permite detectar com segurança valores de PCR tão baixos quanto 0,03 mg/dL (0,3 mg/L).

Essa possibilidade de detectar valores muito baixos possibilitou o uso da PCR-us como um preditor de doenças cardiovasculares. Vamos a uma rápida explicação para vocês entenderem melhor.

Evidências acumuladas desde a década de 1990 vêm apontando para um papel central da inflamação na origem da aterosclerose e, por consequência, no aparecimento de doenças cardiovasculares, como o infarto do miocárdio. Mais de 30 estudos já demonstraram que uma inflamação silenciosa de pequena intensidade, caracterizada por elevações bem pequenas, mas persistentes, da proteína C reativa, está claramente relacionada a um maior risco de desenvolvimento de placas de colesterol nos vasos sanguíneos, o que facilita o surgimento de doenças cardiovasculares (leia: Infarto do miocárdio – Causas e Prevenção).

Nos indivíduos sadios, o valor normal da PCR dosada pelo método de PCR-as é menor que 0,1 mg/dL (1 mg/L). Em média, pessoas sem doenças possuem uma PCR ao redor de 0,07 e 0,08 mg/dL (0,7 e 0,8 mg/L).

Os diversos estudos realizados ao longo das últimas 2 décadas têm mostrado que os indivíduos que apresentam uma PCR persistentemente acima de 0,1 mg/dL (1 mg/L), apresentam um estado crônico de inflamação mínima, o que aumenta, a longo prazo, o risco de doenças cardiovasculares.

Portanto, resumidamente, o que os estudos têm apontado é o seguinte:

  • Pessoas com PCR persistentemente abaixo de 0,1 mg/dL (1 mg/L) possuem baixo risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
  • Pessoas com PCR persistentemente entre 0,1 mg/dL (1 mg/L) e 0,3 mg/dL (3 mg/L) possuem um risco moderado de desenvolver doenças cardiovasculares.
  • Pessoas com PCR persistentemente acima de 0,3 mg/dL (3 mg/L) possuem um risco elevado de desenvolver doenças cardiovasculares.

Obviamente, os resultados da PCR não podem ser interpretados durante um quadro de infecção. Esses valores devem ser pesquisados enquanto o paciente encontra-se sem nenhuma queixa clínica.

Como já foi referido, indivíduos diabéticos, hipertensos, fumantes e/ou obesos apresentam frequentemente níveis de PCR acima de 0,3 mg/dL (3 mg/L). Não é surpresa, portanto, que essas doenças já tenham sido há vários anos identificadas como importantes fatores de risco para problemas cardiovasculares.


Referências



Dúvidas de leitores sobre este tema

Perguntas enviadas por leitores e selecionadas pelo editor por sua relevância para este artigo.

Mais comentários dos leitores

  1. Isabelle Ariane

    Meu PCR deu 4,0mg\L é normal?
    Não estou gripada nem nada alarmante que eu esteja sentindo.

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    PCR de 4,0 mg/L é um valor normal. Equivale a 0,4 mg/dL.

  2. Alexsandro Amaral

    esse exame identifica infecção e também inflamação doutor???
    significa que em casos de pielonefrite, nefrites, ou lesão renal o exame vai dar o resultado alterado???
    (indicando infecção ou inflamação).

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Sim, quadros de inflamação com ou sem infecção associada podem ter PCR elevado.

  3. Erlane

    Doutor tô vendo que vc responde aqui, por favor responde o meu
    Fiz um hemograma deu normal, fiz o PCR deu 23,5
    No momento só tô um pouco mim conçando tem uns dias , devo mim preocupar, viajei 2 dias fiquei c o m uma tosse forte , mas fiquei pensando q era alérgica, fiz o exame 3 dias depois , será que tem haver ?mim responda por favor

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Seu PCR deu 23,5 mg/dL ou 23,5 mg/L?

  4. Emanuelle

    O meu deu 0,11mg/dl é normal? Estou preocupada demais!

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Normal.

  5. HC

    Infecção aguda de HIV em andamento aumenta o PCR?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Sim, pode aumentar.

  6. Gisele

    Boa noite. O exame proteína C reativa ultrassensivel da minha filha de 18 anos deu 23,88mg/l
    Devo me preocupar???

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    O resultado do PCR sozinho, sem o contexto clínico, não serve para muita coisa.

  7. Gizelene Luiza

    Bom dia, Doutor. Meu resultado da PCR deu 0,90mg/dl

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    PCR de 0,9 mg/dl é ligeiramente aumentado, mas não significativamente. A PCR é um marcador de inflamação no sangue. Em adultos, um resultado de PCR é normalmente considerado normal/baixo quando está abaixo de 1,0 mg/dL. Um leve aumento na PCR, como no seu caso, muitas vezes não é motivo de grande preocupação, mas deve ser interpretado dentro do contexto de seus sintomas, histórico médico e outros exames, se realizados.

  8. sueide

    o meu resultado de 0,66 mg/dl, deve me preocupar?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não.

  9. Roberto Alencastro

    Boa tarde, Doutor! Meu resultado deu 1,41 mg/dL. Devo me preocupar? Está muito alto?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não é um muito valor alto. Além disso, O PCR deve ser interpretado no contexto da história clínica, dos sintomas e do exame físico do paciente. Um valor de PCR isolado sem outras informações não tem muita utilidade.

  10. Tatiane

    Exame do meu filho de 7 anos deu 0,88 mg/dl
    É normal ?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Sim.

  11. Simone Duarte

    Olá meu resultado do exame não deu nenhum número apareceu:Reagente (++) não sei o que isso significa

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Só com esses dados não consigo entender do que se trata.

  12. Tania Almeida

    Olá, Meu examen diz 0.50 máximo eu tenho 0.69 é de preocuparme? Obrigada por sua ajuda 🙏🏻

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não precisa se preocupar.

  13. Daniela

    Meu exame de Proteína C Reativada (alta sensibilidade) deu 0.18 . Está alta ?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não.

  14. Fernanda

    Meu PCR deu 92,80 mg/l..

    É preocupante?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Está alto, tem que ver qual é a causa.

  15. Marlei de Castro silva

    Meu resultado de pcr deu 13,4 isso significa o que?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Depende da unidade de referência: Seu resultado foi 13,4 mg/dL ou 13,4 mg/L?

  16. Adriana

    Meu PCR deu menor que 6,0 mg/l, está normal?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Sim.

  17. Natanael

    O meu deu 5,80 mg/l devo me preocupar? :(

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não.

  18. Marcos Antonio Gomes da Silva

    Exame de Proteina C Reativa , metodo usado foi Turbidimentria.

    Resultado e 343 mg/dl , Esse Resultado é preocupante ?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Tem certeza que o resultado foi 343 mg/dl? Não foi 3,43 mg/dl ou 34,3 mg/L?

  19. Aline Alves

    exame de PCR deu 7,10mg/L valores de referência até 3,0mg/L !! Está muito alto !?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não, está discretamente aumentado. Nada de grave.

  20. Natália

    Dr., Meu PCR – ULTRASENSIVEL (Método: Imunoturbidimetria – Roche (Germany) deu 0,21 mg/dL. Tenho 33 anos. Como o sr. avalia? Obrigada

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Normal.

  21. Paula Cecilia de Vasconcelos carvalho

    Dr. PCR 0.90 mg/dl está normal?

    2 dias de febre

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Sim, esse valor está normal.

  22. Luciene

    Exame da minha filha deu 0,10 PCR gostaria de saber se está bom ela tem quatro anos

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Tá normal.

  23. Sonia de Almeida Braga Suhett

    Meu PCR deu 0,46mg/dl valor de referência deu 0,5mg/dl o q siguinifica, tenho 68 anos sou ipertensae tenho 40% de obstrucao coronária.

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Tá normal.

  24. Rosana

    Meu PCR deu 2,14 mg/L está muito alto?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Está normal.

  25. Juliane

    Boa noite doutor poderia me ajudar com uma opinião a meu deu 28.12 mg/L esta muito acima ?

    Dr. Pedro Pinheiro
    Dr. Pedro Pinheiro Autor

    Não, um pouco aumentado só.

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